Opinião

28/11/2017

Qualquer observador minimamente atento, ainda que se limitasse ao acompanhamento do processo através dos órgãos da comunicação social, desde logo ficava com a sensação de que ninguém acreditava, talvez nem mesmo os seus proponentes, no sucesso da candidatura da cidade do Porto à importante Agênci

28/11/2017

Falar bem, no sentido de elogiar desmesuradamente, é coisa que não fazemos com frequência. Diz-se uma vez, e pronto. Está dito. Lembre-se quando for preciso. Acho que nem quando estamos a tentar conquistar alguém:"És tão bonita!", "Sou?

28/11/2017

Meus caros, como têm passado? Espero que essa saúde esteja de ferro. Não vos vou perguntar por magustos porque de castanhas é melhor nem falar este ano. Quer dizer, haver há. Há sempre, de uma maneira ou de outra. Mas este ano não foi nada amigo dos soutos.

21/11/2017

São muitas as razões que nos levam a falar da Holanda e dos Holandeses. País pequeno, encantou a nossa juventude através de leituras relatando a epopeia das suas gentes no combate contra o mar, tentando conquistar espaço. A simpatia, a admiração e a amizade aproximaram-nos deste povo.

21/11/2017

Domingos Henriques, mercador e rendeiro de Torre de Moncorvo, foi casar ao Porto com Isabel Cardoso Baeça (1) e tiveram 3 filhas e 2 filhos, um deles batizado com o nome de Diogo Henriques Cardoso, que nasceu por 1582.

21/11/2017

Reina grossa tormenta no território gaulês.

21/11/2017

Não me tendo sido possível concluir a última crónica dentro do limite dos três mil e quinhentos carateres da norma, peço ao vereador a quem me dirigi um pouco mais paciência de modo a poder acrescentar alguns itens ao que lá propus.

21/11/2017

Quando nos referimos a tempo de crise, falamos sempre de situações aflitivas quer económicas como sociais. Ao longo da História, já podemos contabilizar muitas crises e algumas delas, demasiado graves e que se espalharam pelo mundo inteiro.

14/11/2017

O amor é forte. / Que coisa forte que é a loucura. / Porque a
loucura canta minada de portas. / Nós saímos pelas portas,
nós / entramos para o interior da loucura.

Herberto Helder (Cruz, 2004: 349)

 

14/11/2017

Em dois processos que lhe instauraram se diz que ele era natural de Vila Flor, mas ele próprio dizia ter nascido no Porto, pelo ano de 1566. Batizado com o nome de António Fernandes Videira, era filho de Manuel Fernandes Videira, de Torre de Moncorvo e de Beatriz Cardoso (Baeça), do Porto.