Opinião

13/12/2016

Ganhou lugar de destaque na história dos judeus e marranos de Trás-os-Montes pelo pior dos motivos – delator e falsário.

06/12/2016

Chamavam-lhe Moinho do Vesgo e logo me encantou no seu arruinado e no saber que ele, o anterior possidente, tinha dois viveres femininos: um, na ruína e outro, no povoado. De ambos houve posteridade, julgo que farta, e quase toda se foi em busca de melhores pátrias.

06/12/2016

Filho de João da Costa, mercador e Isabel de Sá, nasceu em Bragança em 1689. Criança ainda, foi levado para Lisboa. Cedo foi introduzido no mundo dos negócios, com viagens e estadias por diferentes terras.

06/12/2016

Durante muitos séculos desconhecia-se que outros continentes podiam existir para além do Europeu. Depois de descobertos e nós muito contribuímos para que isso fosse uma realidade, logo foi uma correria à procura do que na Europa não existia.

06/12/2016

Por muitas razões vivemos um período de estridente incerteza. Incertezas de contexto e críticas.

29/11/2016

A localização da feira no espaço urbano da cidade foi evoluindo ao longo de séculos, acompanhando o crescimento do aglomerado. Os locais de realização foram decididos por razões de segurança, de salubridade, de centralidade das novas praças face ao desenvolvimento urbano.

29/11/2016

Nunca se sabe tudo de coisa nenhuma. Falar de Fernando Pessoa é sempre tentar ir mais adiante buscando algo que ainda não foi dito ou escrito e que não chegou ao nosso conhecimento.

29/11/2016

Temia-se, em Portugal e na Europa de que Portugal ainda não faz parte, que a “geringonça” fosse um tractor revolucionário, que de alguma forma viria pôr em causa a ordem estabelecida no que à União Europeia, à NATO e aos mercados financeiros diz respeito.

29/11/2016

Face à mendicidade, cada um de nós é regularmente solicitado, sente-se incomodado ou não, dá uma resposta refletida ou impulsiva, sem ser fácil nomear o que fazemos ou não. 

29/11/2016

A Pedro Passos Coelho estão, insistente e repetitivamente a atirar-lhe à cara a sua desastrada previsão da vinda do diabo em setembro, sobretudo quando o governo geringonçal pôde apresentar resultados que, provisórios ou não, conjunturais ou definitivos, constituem autêntico hino celestial para o