Opinião

16/04/2019

Nasceu em Mogadouro pelo ano de 1605, filho de Belchior Garcia e Ana Rodrigues, cristãos-novos. Grande parte dos seus muitos tios, paternos e maternos, viveram e morreram em Madrid, facto muito natural, ainda mais por ser tempo de união dos reinos ibéricos, sob a coroa dos Filipes.

16/04/2019

Várias vezes ouvi autores, atores e artistas referirem-se a temas, obras e situações que se lhes impõem, que os perseguem, dos quais não conseguem fugir nem libertar-se. Tal foi o que me aconteceu com o tema que tem dominado a atualidade política destas últimas semanas.

16/04/2019

O calendário eleitoral de 2019 contempla eleições para o Parlamento Europeu, a 26 de Maio e para a Assembleia da República a 6 de Outubro. Entrementes acontecerão as regionais da Madeira, a 22 de Setembro.

16/04/2019

A sabedoria chinesa ensina-nos desde há séculos: “As mulheres carregam a metade do céu.” Contudo esta homenagem é algo ambígua se se deixar perceber que os homens carregam a outra metade e que as mulheres só transportam o céu e em nada a terra.

09/04/2019

Manuel Espigorno

09/04/2019

De entre os filhos de António Mogadouro e Isabel Henriques que chegaram à maioridade, Pantaleão era o mais novo. Nasceu em Lisboa, na freguesia de S. Nicolau, por 1675. Teria uma educação esmerada, em termos de literacia (aprendeu latim) e contabilidade, pelo que foi logo trabalhar com o primo António Marques, nos escritórios das empresas Mogadouro.

 

09/04/2019

As eleições europeias são já em Maio e, embora não pareça, mexem já e muito com os partidos políticos em Portugal. Uns querem ver nelas um teste, outros vêem somente um encargo e uma necessidade, porque se está na Europa.

09/04/2019

O anexim é claro: quem tem padrinhos não morre mouro.

09/04/2019

Às vezes o que é simples causa uma estranheza medonha. Outras vezes arranja-se maneira de dar um nó ao cérebros dos incautos simplistas com palavreado caro, e, quase sempre, desnecessário.

02/04/2019

Nas últimas três décadas os fundos da União Europeia contribuíram para a construção de um Portugal mais moderno e atrativo em todas as áreas, fundos que continuam a ser imprescindíveis para apoiar o crescimento da economia e do emprego que se quer qualificado, justamente remunerado e com melhores