Opinião

02/05/2018

Três acontecimentos notáveis balizam a História de Portugal no século passado, dois dos quais são comemorados no mês de Abril: a batalha de La Lys, assim designada porque ocorreu no vale da ribeira de La Lys, na região da Flandres Francesa, no decurso da I Grande Guerra, com trágico fastígio no d

02/05/2018

Minha gente, como tendes passado? Essa saúde? As andorinhas já se instalaram em força? Este ano promete, oxalá cheguemos ao castanho sem nos andarmos a queixar da falta de água. E se, ao contrário do ano passado, nos pudesse trazer já uns belos punhados de cerejas cairia que nem ginjas.

24/04/2018

A situação vivida nas autarquias locais não se encontra na origem ou causas directas do 25 de Abril, e embora, no plano doutrinário, fosse frequentemente contestado o sistema do poder local estabelecido pela Constituição de 1933, e pelo Código Administrativo de 1936-40, a verdade é que não havia

24/04/2018

A reflexão filosófica conduz-nos a uma aventura fascinante do devir do pensamento e a um percurso ímpar que vai da família, à aldeia e à cidade. Paulatinamente o mito vai dando lugar à filosofia e à política. Platão fala-nos da cidade ideal.

24/04/2018

Penso que os Transmontanos não se revêem na recomendação Salazarista de que “os pobres devem saber ser pobres” mas também não os vejo, de forma alguma, na postura de “chulecos” valendo-se de expedientes tácticos para ir buscar mais “algum”.

24/04/2018

“Os livros são o alimento da juventude”, Cícero.
“A leitura engrandece a alma”, Voltaire.

24/04/2018

A democracia, que por estes dias festejamos, surgiu no mundo como uma flor da civilização, joia rara entre o cascalho da marcha da humanidade.

24/04/2018

Francisco da Costa Henriques nasceu em Vimioso, cerca de 1623, filho de António da Costa e Beatriz Lopes. Tinha meia dúzia de irmãos e quantidade de tios paternos e maternos, muitos dos quais assentaram morada em Castela.

24/04/2018

Portugal é um país pequeno, todos sabemos disso.

24/04/2018
O género do negócio – furar a fronteira – redundava em pingues lucros para os furadores, os passadores embrenhados numa controversa teia de transportarem gado humano para uma terra, terras sem guerra colonial, onde as padarias vendiam pão a todos quantos o podiam pagar.