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Notícias Região

76 Naqueilha sigurança l rei miraba Cun que l Gama probou l que dizie; I cierta cunfiança le quedaba, Crédito firme, an quanto del salie; Nas palabras dezidas el pensaba, Balor d’outoridade el eilhi bie, Ampeça apuis a dar por anganhados Catuales corrutos, mal julgados.
La mie purmeira beç Fui alhá pa las lhameiras, No cerrado de tiu Gaspar No meio duas carbalheiras. Eilha dixo: brincamos un pouco, Mas nun quiero que acunteça. Mas lhougo l picanço Ampeçou a perder la cabeça
An Agosto, nas férias, íbamos para Sendin... Era cun mies primas i bezinas (Eirene, Marie, Alice, todas trés nietas tamien de miu abó Manuel Paixareiro; Sabel, nieta de tiu Antonho Xordico, que fui tamien depuis pa la França; i mais outras inda...) sien squecer mie armana Fátima, trés anhos mais nuoba, que trocábamos segredos: “Sabeis, aqueilha tie (i la tal antre nós que rebelaba l segredo até andicaba l nome de la criatura, abaixando la boç quando passábamos na rue al lado dua deilhas) ye mesmo bruxa !” “Nun me digas! Respundie you, siempre mui admirada. I cumo ye que sabes ?” Mas la repuosta, antretanto, siempre me dei de cunta que era mui pouco firme cumo se la palabra “bruxa” bundasse para mos abisar que nun gustábamos de la tie; muita beç porque achábamos que tenie malo feitiu ou un cumportamiento stranho ou zagradable... Dende até acraditar tamien que la criatura tubisse partes cul Diabo, era qualquiera cousa mais difícele, nien tanto de eimaginar, mas si de antender !
A vila de Torre de Moncorvo homenageou, no passado dia 23, o professor Gaspar Martins Pereira, presidente demissionário do Museu do Douro. No encontro, organizado pelo Museu do Ferro, Câmara Municipal e Associação do Projecto Arqueológico da Região de Moncorvo (PARM), foi enaltecido o trabalho desenvolvido por Gaspar Pereira, que começou por chefiar a Equipa de Missão que arrancou com o Museu do Douro, tendo, posteriormente, assumido a direcção da instituição.
No âmbito das celebrações das Bodas de Diamante do Seminário, em Bragança, esteve patente ao público, até ao dia 30 de Junho, uma exposição de arte sacra na igreja de S. José. Os artistas que se juntaram a esta iniciativa reproduziram, essencialmente, temas clássicos da fé cristã. A arte religiosa foi assinada pelo pintor João Simões, Raquel Morais e por alguns artistas internacionais, que conceberam algumas cópias de episódios da vida cristã.
Os números quatro e cinco da Revista Ouro Virgem foram apresentados, no passado dia 22, durante a Feira do Livro que decorreu no pavilhão da Reginorde, em Mirandela. Trata-se de uma publicação sobre a produção do azeite e oliveira, em que se podem encontrar textos que focam a vertente científica, opinião, história e particularidades de várias regiões onde a oliveira também se cultiva, como França, Espanha e Itália.
A tradicional Festa de S. Paulo, que se realizou no sábado na aldeia da Moimenta, terminou com um almoço comunitário no parque de merendas da Feijoeira, o principal local de lazer daquela aldeia do concelho de Vinhais. Após a eucaristia teve lugar a bênção dos animais e terrenos agrícolas, não fosse S. Paulo considerado o santo protector do gado e das colheitas. Seguiu-se a procissão pelas ruas da freguesia, ao som do Grupo de Gaiteiros da Moimenta.
Cerca de 20 mil pessoas passarão, entre os dias 12 e 15, por mais uma edição da Terra Flor – Feira de Produtos e Sabores. Esta é, pelo menos, a previsão da Câmara Municipal de Vila Flor (CMVF) que organiza o certame pela quinta vez consecutiva. Dirigida ao público em geral, a feira pretende divulgar os produtos regionais, como azeite e vinho, bem como dar a oportunidade, aos expositores, de estabelecerem contactos para futuros negócios. “Queremos vender, mas, sobretudo, dar a conhecer os produtos, de modo que se concretizem vendas ao longo do ano”, referiu o vice-presidente da CMVF, Fernando Barros.
O barulho mais comum por aqueles lados chega da Estrada Nacional 102. Os populares, habituados ao som dos veículos que atravessam a aldeia de Trindade, no concelho de Vila Flor, reconhecem a importância dos bons acessos para a localidade. “Apesar de não se fixarem aqui, estamos num ponto estratégico e, por isso estamos bem servidos de meios de transporte”, explicou o presidente da Junta de Freguesia de Trindade (JFT), Alípio Fernandes.