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O Talhas ganhou em Vinhais e comprovou a sua aptidão para marcar muitos golos. João Teixeira é, provavelmente, um treinador esquecido para equipas de outro nível, já que mostra grandes capacidades, mesmo mudando de jogadores de época para época. Em Vinhais, passou um futebol de contra ataque de alta qualidade.

Bom jogo de futebol no campo de Sendim e mais uma vez se viu a qualidade de alguns jogadores a merecerem mais atenção por parte dos clubes de outras divisões. Na 1.ª parte, a bola correu o campo todo, tornando a contenda aberta fluida e espectacular. Uma prova dos excelentes momentos técnicos, oriundos de muitos atletas.

O Mogadourense venceu o Argozelo no seu estádio, depois de ter cumprido o castigo aplicado pela Associação de Futebol de Bragança, que impediu os locais de jogarem em casa, fruto dos incidentes no jogo frente ao Vinhais da época passada.
Na 1.ª parte, o jogo foi bastante equilibrado, com muita entrega dos atletas. No entanto, as ocasiões de golo foram escassas e só perto dos 45’ é que se registaram alguns lances de perigo. Num desses lances, a turma de Abílio Familiar adiantou-se no marcador, através de uma jogada genial de Luiz Lopes.

Já é demasiado azar. A equipa da casa entra bem nos jogos, mas, quase sempre nos últimos minutos, sofre golos que poderiam ser evitados.
Para o treinador dos locais, Gilberto Gomes, a sorte terá de aparecer, visto que a sua equipa vai ter pela frente uma 2ª fase muito difícil e, sem pontuar, os distritais podem ser uma realidade.

A partida começou com a equipa forasteira mais avançada no terreno, sendo mesmo a primeira a criar perigo logo aos três minutos, com Jorge Emanuel a rematar com perigo à baliza transmontana.
Mesmo com o Nogueirense a assumir as despesas do jogo nos primeiros instantes, o Moncorvo subiu no terreno e, aos nove minutos, Marqueiro marca um livre, a bola bate no chão, trai o guarda – redes maiato que acaba por ser batido, e inaugurando-se o marcador.

O Prado venceu o Macedo de Cavaleiros com apenas nove jogadores em campo e com ambos os golos já em compensação. Parece incrível, mas aconteceu no complexo do Faial.

Este Bragança de Lopes da Silva e Ilídio Monteiro tem uma lacuna muito grande: o lugar que ocupa na tabela classificativa não tem nada a ver com o futebol que os seus atletas têm nas chuteiras, mas certamente faltará um pouco de luz para testar as exibições dominicais durante a semana.
Também ficou provado o poderio e a capacidade do conjunto liderado por Jorge Baptista e Carlos Correia para fazer as bolas aquecer o ferro das balizas adversárias.

Título estranho?! Sim, se separado do conteúdo que o acompanha. Contudo, há uma razão que o justifica. É inegável que estamos numa época de grandes e constantes inovações em todas as áreas. Então na área ligada ao exercício físico é uma autêntica loucura. Aqui, aparecem continuamente inovações; todas baseadas na lei do menor esforço, com a pretensão de substituir o exercício físico tradicional. Prometem trabalhar o corpo todo, de uma forma simples, rápida e indolor (o que é extremamente importante para o consumidor…), conseguindo que o seu utilizador perca peso e aumente a tonificação muscular!!! E nem sequer é preciso investir muito tempo. Bastam uns minutos por dia, duas ou três vezes por semana!!!

Foi em 1990. O cineasta britânico Peter Greenway assinava a realização e o argumento de um filme que se tornaria de culto. Uma obra visualmente deslumbrante, onde várias artes se sobrepõem e complementam (com música de Michael Nyman), por entre um enredo surpreendente e macabro. Era “O cozinheiro, o ladrão, a sua mulher e o amante dela”.
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