Opinião

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09/03/2021

Em 1963, o eclético Luís Sttau Monteiro escreveu o livro Todos os anos pela Primavera, forte crítica ao regime salazarista, que o estimado Nuno Álvaro Vaz passado algum tempo fez o favor de o retirar do limbo dos reservados vendendo-mo embrulhado em papel anónimo que, segundo o escrito que nele c

09/03/2021

Assim de repente, contei cinco. Vinham a subir umas escadas de cimento quando os comecei a ver. Acho que estavam a sair de um parque de estacionamento subterrâneo. À frente vinha uma mulher loira. Calças de lycra pretas. Um top justo, algures entre o rosa e o vermelho.

09/03/2021

O contrato-promessa de compra e venda é bastante comum em Portugal, pois é recorrentemente estabelecido para acordar a futura compra de um imóvel.

09/03/2021

“Este rosto éme completamente desconhecido.” Eis a fórmula, que agora pode substitui a inversa, a de antigamente quando encontrávamos uma pessoa raramente vista mas algo familiar, arriscamos a fórmula que funciona sempre, hoje inusitada desde que o Covid a impediu, e aboliu mesmo as nossas capaci

09/03/2021

Uma das profissões mais comuns entre a gente da nação era a de sapateiro. Mas não se pense que era uma profissão menos digna, do ponto de vista económico e social. Antes pelo contrário.

02/03/2021

O confinamento, total ou parcial, sendo uma arma poderosa contra a Covid 19, tão mais eficaz, quanto mais rigoroso, não é, contudo, a solução milagrosa nem pode ser a única nesta guerrilha contra a pandemia.

02/03/2021

Uma sentença da usucapião que durou pouco:

• A seara da vila

02/03/2021

Já se perdeu a conta aos anos a que a mítica linha do Tua foi desactivada. O que não é de admirar, porquanto tal aconteceu em 1992. Já no século passado, portanto.

02/03/2021

Bons dias, forte gente. Que estas palavras vos encontrem com saúde e com o ânimo e os corações ao alto para enfrentar mais esta hibernação.

02/03/2021

Da família Lafaia aparece em Bragança, no século de 1500, o casal constituído por João de Lafaia, carpinteiro de profissão, que se apresentava como cristão-velho e Isabel Rodrigues, forneira, meia cristã- -nova e que tinha dois irmãos padres, um cura de Sezulfe e outro jesuíta.