class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-noticias-regiao">

            

Notícias Região

Manuel Damião venceu a prova de elite da Milha das Cantarinhas, em masculinos, com o tempo de 4” e 16segundos, ficando a 4 segundos do recorde alcançado pelo atleta do Maratona Clube de Portugal. Há sete anos que o desportista procurava esta vitória e, agora, debaixo de uma forte intempérie, conseguiu vencer, mesmo com o aperto de António Travassos do Sporting Clube de Portugal (SCP).
A melhor organização e adaptação ao calor e relvado dos miúdos de António Rocha tornaram as coisas fáceis para os locais. Apesar da excelente réplica dos pupilos de Francisco Parreira, que tudo fizeram para contrariar o seu adversário, faltou a estrelinha na hora do remate.
Muita rivalidade, ânimos exaltados, muita disputa e pouco futebol para se ver. Muito pouco para uma equipa que quer subir a todo custo (Cachão) e outra que quer entrar no pódio (Mãe D’ Água). Ainda assim, a turma da casa marcou aos 54’, através de Abel. Ferido com a desvantagem, o Cachão bombardeou os rivais, que, inexplicavelmente, colocou um “autocarro” a frente de Joel. Curiosamente, foi num pontapé de canto que o Cachão igualou o encontro.
A contenda não defraudou as expectativas, pois foi jogada com um ritmo elevado e com ambas as formações viradas para o ataque. A 1.ª parte foi inteiramente dominada pela turma local. Serena a defender e letal no sector ofensivo, a equipa canarinha chegou ao descanso com uma vantagem confortável de 5-1.
Depois do desaire em Ponte de Lima, o Bragança recebeu os congéneres vila-realenses do Diogo Cão, e carimbou, em definitivo, a despromoção da 2.ª Divisão de Juniores A. O Desportivo entrou com todas as ganas para darem uma prova a si mesmos. Nesta 1.ª parte, os pupilos de Antas encostaram os adversários lá atrás e a qualquer instante esperava-se o golo. Muitas ocasiões, mas os ferros, o guarda-redes Pedro e a falta de pontaria prescreveram um empate sem bolas.
Foi um bom jogo de futsal, que permaneceu equilibrado até que os locais se evidenciaram. Mesmo assim, os forasteiros nunca deixaram de responder ao ataque mirandelense, obrigando o seu adversário a manter os cuidados defensivos.
A Habinordeste iniciou o jogo de forma pressionante, como seria de esperar, e cedo procurou o golo. Com a equipa do Moncorvo demasiado recuada, os apoios não apareciam e os jogadores da casa tentavam as jogadas individuais, quase sempre pouco conseguidas. Depois de tanto “moer”, o líder do campeonato acabaria por ir para o descanso com um golaço ao ângulo, de Pipoca, mesmo ao cair do pano.
O Académico de Mogadouro despediu-se da III Divisão Série A com uma goleada por 15-5 frente ao “vizinho” Mirandela. No entanto, as coisas nem começaram bem, pois aos 12’ perdia por 1-3. Tendo em conta estes números, Artur Pereira apostou no 5.º elemento e o risco foi ganho, já que foi para o descanso com uma vantagem de 7-3.
Ao intervalo, o placar fixava-se num empate a uma bola. No entanto, a formação da casa mostrou sempre mais vontade de marcar. No 2.º tempo, a equipa de negro abriu mais o jogo, lançando-se para o ataque. Por conseguinte, os golos foram aparecendo. Apesar da turma de António Aires caminhar sempre à frente do marcador, a equipa nunca conseguiu uma vantagem maior que um golo.