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Foi um jogo de muita luta e contacto, em que a assistência não ficou satisfeita com o trabalho das equipas em campo.
Na primeira parte, o Macedo esteve mais perto de marcar com Bernardino, que teve o golo nos pés, aos 30 minutos.

Foi uma excelente partida de futebol com ambas as equipas a jogar de forma aberta e com um futebol apoiado na circulação de bola e velocidade.
Um contra ataque rapidíssimo e bem delineado dá o golo inaugural através de Catana. Aqui, os locais tremeram, uma vez que se recordam das derrotas em casa, onde o Sport Club perdeu os pontos que não garantiram a subida de divisão.

O Moncorvo tentou, durante 90”, conquistar os três pontos para manter a esperança de subir à II Divisão Nacional, mas não passou do empate a zero, em Amarante.
As oportunidades não faltaram e os transmontanos estiveram, sempre, junto da baliza de Celso, mas não conseguiram marcar. As bolas paradas e o contra ataque deram trabalho ao guardião da casa, contudo, o esférico teimava em não entrar.

O Bragança fez uma excelente exibição, mas voltou a não ganhar nada em termos pontuais. Na realidade, perdeu e acabou o campeonato com apenas 25 pontos em 26 jogos.
Contra o Freamunde, a equipa canarinha tinha que vencer e esperar pelos empates do Famalicão e Lousada mas, como nada disso aconteceu, os bragançanos não conseguiram afirmar-se na 2ª divisão.
Na primeira parte do jogo, o esférico só conheceu o caminho para a baliza de Tó Figueira, que, em duas ocasiões, viu a bola bater nos ferros da sua baliza. Foram dois lances de bola parada, que, apesar de não terem resultado em golos, demonstravam o domínio da equipa da casa.

Transformar materiais encontrados na natureza em peças de decoração é a arte de Natália Silva. Aos 28 anos, esta bragançana decidiu abraçar um projecto de artesanato que se destaca pela raridade e originalidade das peças.
Raízes, troncos, pinhas e sementes são algumas das matérias-primas procuradas na natureza, que, posteriormente, são trabalhadas e dão origem a artigos de decoração. Mesas, bares ou simples arranjos saem das mãos de Natália Silva e Paulo Alexandre, dois amigos que começaram a fazer artesanato para ocuparem os tempos livres, mas agora pretendem dedicar-se a esta actividade.

O Círculo Cultural Miguel Torga promove, até ao dia 8 de Junho, um concurso literário subordinado ao tema: “Um Reino Maravilhoso”.
A única modalidade permitida é o texto narrativo, vertente conto, devendo versar a dimensão geográfica, física ou psicológica do espaço da região transmontana. Assim, o concurso é dirigido aos alunos das Escolas E. B. 2,3 e Secundárias pertencentes aos Centros de Área Educativa de Vila Real, Bragança e Douro Sul.
O Círculo Cultural Miguel Torga promove, até ao dia 8 de Junho, um concurso literário subordinado ao tema: “Um Reino Maravilhoso”.
A única modalidade permitida é o texto narrativo, vertente conto, devendo versar a dimensão geográfica, física ou psicológica do espaço da região transmontana. Assim, o concurso é dirigido aos alunos das Escolas E. B. 2,3 e Secundárias pertencentes aos Centros de Área Educativa de Vila Real, Bragança e Douro Sul.

Decorreu no passado sábado, 28 de Abril, no Auditório Municipal de Miranda do Douro, a peça de Teatro Esganarelo ou o Cornudo Imaginário, levada a palco pelo Teatro Experimental Flaviense (TEF).
Adaptada de um acto daquele que é considerado um génio da comédia teatral satírica, Moliére, a peça apaixonou o público pelo carácter paradoxal dos laços sociais, em que os contrários se confrontam: a verdade opõe-se à falsidade e a inteligência ao pedantismo.

A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (CMTM) promoveu um espectáculo com o músico Rão Kyao, dia 24 de Abril, no Cine-Teatro da vila.
O concerto, inserido nas comemorações do 25 de Abril, proporcionou uma noite inesquecível de alegria e animação a todo o auditório. Como forma de relembrar a Revolução, a CMTM ofereceu um cravo vermelho a todos os espectadores.

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«Sabe-se antigamente que trezientos
Yá contra mil Romanos batalhórun,
Quando balientes houbo atrebimientos
De Briato que tanto ls afamórun,
I deilhes alcançando bencimientos
Memorables, de ardança mos deixórun
Nien ls muitos, por ser poucos, recelemos;
L que mais de mil bezes amostremos.
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