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O Argozelo e o Mirandês não marcaram na primeira jornada do Distrital, mas foi um jogo muito criativo da parte das duas equipas. O Argozelo entrou disposto a resolver o jogo e encostou a equipa do Planalto à sua área, mas, a partir dos vinte minutos, Tino Sá mandou a sua equipa fazer pressão a meio campo para equilibrar e, aos poucos, os jogadores do Mirandês lá foram levando a bola à baliza de Balela, mas sem perigo.

Ainda não foi desta que o G.D.moncorvo conseguiu averbar a primeira vitória para o campeonato. Na 4ª jornada do campeonato da 3ª divisão, série B, a equipa transmontana marcou passo ao empatar frente ao São Pedro da Cova.
O jogo foi morno e sem grandes ocasiões de perigo, mas, aos seis minutos, a equipa do concelho de Gondomar aproveitou uma falha do grupo da casa e Paulo Roberto, o jogador mais inconformado da equipa visitante, rematou forte para a defesa do veterano guarda – redes Luís Póvoa.

Típico jogo do campeonato em que ambas as equipas se empenharam em provocar o erro adversário para dele beneficiarem na contabilização dos três pontos em disputa. Verificou-se muita vontade, excelente atitude, rigor táctico e estratégias afinadas ao pormenor, mas pouco futebol espectáculo.
Os locais entraram melhor em jogo, aproveitando a tardia adaptação forasteira ao pelado e, com isso, foram beneficiando das melhores situações.

Meia hora foi o tempo que o Morais conseguiu aguentar, em Viana do Castelo, com o marcador em branco.
Foram 30 minutos de algum sofrimento, mas também de períodos de bom futebol. Depois, com um golo na própria baliza, pouco mais se podia fazer. Em apenas 2 minutos, o autor da infelicidade aliou-se aos minhotos com dois amarelos em pouco mais de minuto e meio. Daí a queda da equipa de Macedo de Cavaleiros.

Cerca de 150 espectadores compareceram, numa tarde com alguma chuva, ao jogo de futebol que opôs a equipa do Atlético de Macedo à equipa de Valença, que se apresentou com zero pontos.
Na primeira parte do encontro, embora sem um futebol bonito e muito mastigado no meio campo, o Atlético de Macedo pressionou, ganhando o centro do terreno e aparecendo com perigo frente a Hugo. Já o Valenciano mostrou ser uma equipa muito arrumada na sua defesa, conseguindo anular o perigo das investidas do Macedo.

O Grupo Desportivo de Bragança traçou objectivos claros para a visita ao Minho: conseguir os 3 pontos, esclarecer e mostrar o seu valor aos adeptos. E foi o que aconteceu logo aos 2 minutos, com Luís Teixeira a marcar uma falta, com um toque para Marco Móbil, que, com a sua mestria, não perdoou e fez um golão, abrindo, da melhor maneira, as portas da vitória. Depois foram mais 4 ou 5 minutos de bom futebol, mas a bola teimou em não entrar.

Aos primeiros acordes de música clássica, as crianças e professoras colocam-se elegantemente em frente ao espelho que domina a sala. Os pés, bem como o resto do corpo, seguem posições e técnicas ensinadas pelas formadoras.
Dançam e posicionam-se como se, em vez de uma sala de ballet, estivessem num palco e perante uma enorme plateia. Apesar da tenra idade, é visível o profissionalismo e empenho que acompanham os pequenos rostos e corpos que se modelam à música.

Das burras tenho boa impressão devido à jornada efectuada entre Lararelhos-Vinhais-Lagarelhos em cima de uma jumenta experiente a ponto de aristocraticamente não responder ao contínuo balouçar dos meus pés na sua bojuda barriga. A partir daí percebi não possuir vocação para aventuras hípicas – não se ofendam os cavalos e respectivos proprietários –, no entanto, durante a primeira adolescência aprendi a gostar dos burros devido a demonstrarem uma infinita paciência como o caso de um desgraçado sempre a levar pancada com a cabo de um sacho, só porque ao asno do dono lhe dava prazer, não identifico o gebo por não valer a pena. Louvo a paciência dos jericos no retirarem água dos poços, beatitude ao suportarem milhares de moscas sacudidas ao de leve pelo vaivém ritmado da cauda, não lhes valia a pena serem possuídos de desmiolada irritação a sacudir as negregadas moscas, porque as canastas que transportavam toda a casta de mercadorias concitavam o interesse de outras esfomeadas, logo mais virulentas. Os burros de então podiam sê-lo, mas não eram parvos cumprindo o preceito de Deus, que nos manda sermos bons, mas não pacóvios.

As doutrinas e os sistemas económicos e político-sociais na prática, ou em determinadas alturas, podem revelar-se autênticos falhanços, por desempenho dos executores ou de quem deveria zelar pela doutrina proclamada ou sistema preconizado. O envolvimento de pessoas problematiza, provoca subversão das ideias e distorções das práticas. As doutrinas e os sistemas desacreditam-se e os fins pretendidos inviabilizam-se.
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