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Bom jogo de futebol, extrema correcção de todos os atletas, muita entrega, velocidade, circulação de bola com a redondinha a bailar de pé para pé e demonstração de muito trabalho nas jogadas de bola parada, uma das quais a funcionar no golo do empate do Gondomar.

Com o estádio em euforia, Argozelo e Mãe D’Água incandesceram toda a envolvência humana com uma grande partida de futebol, provando que a Taça é mesmo a competição de todas as emoções.

Jogo muito pensado e equilibrado, mas sem grandes ocasiões de golo. Ainda assim, os dois conjuntos mostraram um jogo colectivo muito forte, sobrepondo-se às individualidades.

O Grupo Desportivo de Bragança começou da melhor maneira a partida com uma grande penalidade convertida por Móbil, logo ao primeiro minuto, resultante de uma falta de Tiago Silva sobre Toni.

Nos minutos iniciais da 1.ª parte, os nordestinos viram-se assolados por um conjunto local que queria rapidamente chegar à vantagem. No entanto, o guardião Ricardo segurou o nulo, ripostando com excelentes defesas, para desânimo dos locais.

O Paredes recebeu e dividiu pontos com o Moncorvo, na partida referente à 8.ª jornada do Campeonato Nacional da III Divisão. Ainda assim, foi uma vergonha o que se passou em Paredes. Os transmontanos da Série B foram vezes sem conta prejudicados pelo juiz de Vila Real, como que um alvo a abater.

Macedo e Vieira realizaram uma partida verdadeiramente emotiva e espectacular, com incerteza no marcador até final. As duas equipas mostraram-se muito fortes, equilibradas, tacticamente disciplinadas e tecnicamente evoluídas, com sentido de baliza e, sobretudo, um grande coração na procura do golo e da vitória. Deste modo, a contenda foi sempre disputada de forma aberta e em velocidade para gáudio do público.

A pintura de Ofélia Marrão desenvolve-se, sobretudo, em tela de grandes dimensões, mas também há espaço para trabalhos em cartão, colagens, desenhos e escultura, que, por vezes, é aliada à pintura.

Nascida na pacata aldeia de Baçal, concelho de Bragança, Ofélia Marrão começou a demonstrar a sua veia artística nos desenhos que fazia na escola primária. Ser pintora foi um sonho que a acompanhou desde criança, mas o meio em que cresceu e as opiniões da família levaram-na para outras áreas. Foi precisa muita coragem para deitar tudo para trás das costas e entrar no mundo das artes.
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