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Notícias Região

73 Outra, nua bergonha que cumben, L cuorpo n'auga lhougo eilhi scundiu; Outra que fuora ls sous bestidos ten Apressiou-se a agarrá-los i fugiu. Hai un de ls moços que nien se deten A znudar-se i assi todo se metiu Bien bestido i calçado, que nun tarde A matar n'auga l fuogo que nel arde.
A próxima edição do Festival Celtirock, que decorre em Vilar de Perdizes (Montalegre), já está marcada para os dias 25, 26 e 27 de Julho de 2008. Este ano, o certame decorreu em pleno Inverno (no passado mês de Novembro) e contou com a presença de mais de mil pessoas. As temperaturas negativas não afugentaram os visitantes, que se deslocaram de diversos pontos do País e de Espanha para assistirem aos concertos dos grupos de música rock. Quem passou por Vilar de Perdizes teve oportunidade de “curtir” e, ao mesmo tempo, contactar com as tradições do Barroso.
Foi a bordo do barco que faz os percursos fluviais Congida (Freixo)-Aldeadávila (Espanha) que se fez primeira apresentação de três obras de dois escritores freixenitas ligados ao rio Douro. A iniciativa foi considerada como “histórica”, já que é a primeira vez que se assiste a um evento do género na região. A cerimónia contou, assim, com a presença do jornalista Carlos Magno e do director da Lello Editores, José Lello, bem como de autarcas do concelho.
Há poucos dias, sentado numa mesa calma do velhinho bastião de presença humana no centro da cidade, O Café Chave-D’Ouro, enquanto bebericava de uma chávena de café, dei pelo meu pensamento a vaguear pelas aventuras e desventuras do fidalgo Alonso Quijano, o seu escudeiro Sancho Panza e a amada do primeiro, a mítica Dulcinea. Estamos, claro está, perante a história escrita por Cervantes relativa a Don Quixote e Sancho Panza, seu fiel escudeiro. Don Quixote dedicou a sua existência a ideais cavalheirescos de amor, de paz e de justiça, envolvendo-se numa série de aventuras em defesa dos seus valores, sendo, no entanto, sistematicamente atropelado pela dura realidade. Sancho, personagem mais realista, aos poucos, resigna-se e aceita os devaneios do cavaleiro, ficando ele próprio sem saber o que é real e o que é fruto da imaginação do cavaleiro. São famosas as investidas contra os aglomerados de moinhos de Consuegra, que Don Quixote via transformarem-se em Gigantes imaginários, hoje inteligentemente transformados e adaptados às novas tecnologias para aproveitamento eólico.
Os ofícios, saberes e sabores estiveram na base de mais um certame, que decorreu em Vimioso, passado fim-de-semana. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Vimioso (CMV)e pela Associação Comercial e Industrial de Vimioso (ACIV), teve como objectivo dar a conhecer os produtos locais e, ao mesmo tempo, perpetuar algumas profissões que, actualmente, se encontram em vias de extinção.
Chouriça, alheira, presunto, queijo de cabra, bola mirandesa e posta à “Mirandês” foram algumas das iguarias transmontanas degustadas por um grupo de jornalistas alemães que passaram por Miranda do Douro. O restaurante “O Mirandês” abriu as portas aos visitantes, servindo uma ementa confeccionada à base de produtos genuínos da região.
As casas e edifícios pincelados em tons de amarelo parecem pertencer à beleza natural da localidade. Cores que fazem parte da actual história e ajudaram a construir um passado que levou o nome de Jerusalém do Romeu, no concelho de Mirandela, pelo mundo fora. Atravessada pela antiga linha de comboio, a localidade parece ter saído directamente de um livro de contos, em que os benfeitores ajudam os mais necessitados e apoiam a construção duma aldeia que ficará para sempre ligada ao seu nome.
35 pessoas têm, desde o passado sábado, a “missão” de preservar e dinamizar tradições relacionadas com máscaras e trajes, através da Academia da Máscara. Fundada, no passado sábado, este organismo integra um conjunto de personalidades de diversas nacionalidades ligadas a esta temática, como artesãos, grupos de Caretos e Gaiteiros e investigadores, entre outros.
A madeira, o barro e a lata são transformadas em máscaras de várias cores e feitios, usadas pelos caretos da região, que enchem de cor e alegria as festas carnavalescas ou de Solstício de Inverno. A par destes rituais, a Mascararte, que decorre, em Bragança, até ao próximo sábado, também realça esta tradição, que já é uma marca do Nordeste Transmontano. “Há muita gente que vem a Bragança e procura máscaras para levar de recordação. Já é um símbolo da nossa terra”, afirma Amável Antão, um artesão que esculpe estes artefactos em madeira há cerca de quatro anos.