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Novas tecnologias em feira tradicional

Ter, 11/12/2007 - 11:25


Os ofícios, saberes e sabores estiveram na base de mais um certame, que decorreu em Vimioso, passado fim-de-semana. A iniciativa, organizada pela Câmara Municipal de Vimioso (CMV)e pela Associação Comercial e Industrial de Vimioso (ACIV), teve como objectivo dar a conhecer os produtos locais e, ao mesmo tempo, perpetuar algumas profissões que, actualmente, se encontram em vias de extinção.

Desta forma, os visitantes puderam assistir, ao vivo, à manufactura de artefactos artesanais, feitos à base de cobre ou de palha centeia e casca de silva – os famosos escrinhos, que são muito procurados para decoração ao para conservar alguns alimentos.
Dada a proximidade de Vimioso com a fronteira, a sétima edição da Feira de Saberes e Sabores também contou com a presença de muitos espanhóis, estimando-se que, no total, a feira contou com cerca de 7 mil visitantes.
Este ano, o certame contou ainda com um espaço dedicado às novas tecnologias e inovação, para cativar empresas para o perímetro industrial onde o metro quadro de terreno custa, apenas, um cêntimo.

Os três concelhos do Planalto Mirandês poderão reunir-se na realização de um certame conjunto

“Alargou-se o espaço da feira, dando a conhecer outras actividades do concelho que vão para além das tradicionais. Desta forma, pretendemos dar a conhecer ao País a nova realidade empresarial do concelho”, afirmou o presidente da ACIV, Francisco Lopes.
Segundo o responsável, a feira tem evoluído e está projectada a realização de um certame que reúna os três concelhos do Planalto Mirandês, que poderá ser organizada Federação das Associações Comerciais de Trás-os-montes e alto Douro.
Durante a sessão de abertura, o presidente da CMV, José Rodrigues, criticou a acção da Estradas de Portugal por definir o futuro da ligação de Vimioso-Outeiro e à Auto-Estrada Transmontana.
“É uma frustração muito grande para as gentes de Vimioso não saberem nada em relação ao Estudo de Impacte Ambiental que foi encomendado para viabilizar a recuperação da via. A Câmara tem apostado em fazer investimentos locais, mas o Estado não olha para as nossas necessidades”, vincou o edil.