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Doença pulmonar obstrutiva crónica

As pessoas mais atingidas pela doença assumem, geralmente, comportamentos de risco, sendo que a idade (depois dos 40 anos) e o género masculino são fatores predominantes.

A DPOC é uma doença com elevada prevalência, que afeta 14,2% dos portugueses com mais de 40 anos. Esta patologia é uma das principais causas de mortalidade e morbilidade no mundo e com um crescente impacto socioeconómico.

A Organização Mundial de Saúde estima que em 2030 a DPOC será a terceira causa de morte a nível mundial.

 

Quais os principais sintomas?

- Tosse crónica

Portugal a opinar

Meus caros, como têm passado? A castanha a aproximar-se, uma época especial para o Nordeste. Força! Aproveito o resultado das eleições para opinar Portugal. Opinar a partir da Ásia. Opinar de fora. Portugal país de opiniões e opinadores sobre tudo e todas as coisas. As nossas figuras, as nossas referências, os nossos líderes não são empresários, construtores ou investidores. Não são médicos, advogados ou cientistas (pelo menos enquanto tal) nem ninguém particularmente destacável da classe operária. As nossas figuras são pessoas que discorrem opiniões, que sobre qualquer tema têm muito a dizer, sempre prontos a opinar, nobre “bela-arte” portuguesa. Dos partidos que elegeram deputados pela primeira vez a maior parte destes são famigerados opinadores e ninguém sabe dizer ou medir bem o que fazem para além disso. O nosso Exmº Presidente da República conquistou o cargo, principalmente, pelo lugar de opinador-mor do reino que ocupou durante anos a fio. Em todas as áreas, algumas citadas anteriormente, mas também músicos, desportistas, humoristas, etc., muitos são mais conhecidos pela qualidade ou quantidade enquanto opinadores do que propriamente pela sua profissão original. A mestria em desempenhar este papel é um passo fundamental para diversos voos, como se pode verificar cada vez mais claramente através dos resultados eleitorais. Até mesmo aquele clássico de escalada política sob a asa de padrinhos, sem nunca se ter desempenhado nenhuma outra função digna de registo, tipo Passos Coelho, está em desuso. Hoje em dia a opinião pura espalhada pelas redes sociais e sobretudo se alicerçada num assento fixo na televisão (jornal ou rádio) para potenciar o alcance público é o melhor dos trampolins, mais próximo, interpessoal e independente. Lembro-me de estar há uns anos em Guangzhou num mega-restaurante de quatro andares que tinha começado por ser uma tasca de um par de mesas e após 20 anos se tornara um dos melhores restaurantes da cidade. O dono tinha sido recentemente chamado para cumprir um cargo de supervisão ou direcção dessa província (80 milhoes de pessoas) na área da restauração. Os japoneses presentes adiantaram que esse tipo de procedimentos também são comuns no Japão. Primeiro as pessoas destacam-se na sua profissão e depois são chamadas a cumprir cargos directivos relacionados com a sua área. Em Portugal, salvo parcas excepções, a grande função a desempenhar para almejar cargos de poder é essencialmente opinar, falar, escrever. Pouco mais é exigível. Aliás, que competências conhecemos dos nossos políticos para além de os ouvirmos falar? Neste âmbito pode-se perfeitamente chegar a Ministro da Agricultura sem saber nada por aí além do assunto, basta saber semear, regar e adubar opiniões. Lembro-me de há uns tempos ouvir um dos grandes opinadores deste país, Daniel Oliveira, repetir várias vezes num debate “pois, eu já escrevi sobre isso”, eu “estou farto de escrever sobre isso”. Como se escrever fosse sequer mexer uma palha para tratar de um assunto. O que na verdade é só carregar nas teclas de um computador ou abrir a boca à frente de uma câmara, em Portugal já é resolver e fazer muito. Pelo menos tem muto mais valor e reconhecimento. Nós portugueses preferimos o falar ou escrever ao agir ou resolver: estamos sempre com o “vês, eu disse-te”, “eu já sabia que ia ser assim”, “eu já te tinha dito isso”. Somos do opinar como se as coisas se resolvessem assim, como se as coisas fossem de facto mudar substancialmente apenas por isso. Estamos sempre todos aqui, deste lado, na expectativa de que as coisas aconteçam e de que alguém faça alguma coisa para logo desatar a escrever ou a falar disso. Dizemos muitas mais vezes “este fala muito bem”, “aquele é que escreve bem!”, do que este é um excelente ou íntegro profissional. Depois muitos desses opinadores políticos, ainda enchem o peito para dizer coisas como o ordenado mínimo precisa de subir mais umas centenas de euros e outras coisas tais infladas pelas emoções das grandes opiniões, mas confragedoramente reveladoras de desconhecimento da realidade do país e do mundo. Experimentem sair do país para longe das Uniões Europeias e tentem responder às perguntas “o que é que vocês produzem? O que é que sustenta a vossa economia?”. Ainda no outro dia na Malásia (petróleo, gás, segundo maior produtor mundial de óleo de palma, borracha, etc.) me colocaram a questão e as respostas são sempre pálidas. “Não, também não temos marca de carros própria”. Nada. Na verdade não produzimos nada que nos permita o sustento por nós mesmos. Temos um papá maravilhoso que se chama União Europeia e que além da mesada nos dá dinheiro para tudo o que precisemos desde que nos portemos bem. Somos filhos e arautos da liberdade, mas é difícil explicar aos asiáticos como connseguimos ser felizes assim, na mão dos outros, e que liberdade é esta absolutamente dependente de terceiros. Nunca produzimos nada e desde sempre, mesmo nos idos tempos dos descobrimentos, tivemos os nossos melhores recursos nas mãos dos outros ou à sua mercê. Continuamos a não produzir nada mas queremos tudo. De entre as nossas palpáveis e intangíveis riquezas, sobressaem os opinadores. Pela opinião, lutar, lutar. Em cada esquina um opinador, terra da opinião. Povo que lavas no rio a roupa suja das tuas opiniões. Acima de tudo orgulhosamente opinadores, dos quais se destacam os mais insignes, esses senhores e senhoras que mudam o mundo à base de palavras escritas e faladas que o vento não leva e que tornam os portugueses mais felizes, mais confiantes (também mais opinadores) e fazem diariamente de Portugal um país indubitável e teoricamente melhor.

 

* Leitor de Português

Universidade de Sun Yat-sen Guangdong – China

Vendavais - Rio sem margens

As margens condicionam os rios para que saibam por onde correr até se poderem espraiar no oceano imenso que se abre à sua frente. Todos os rios têm margens. É o GPS indispensável para que o caminho não se altere demasiado.

Ora acontece que as últimas eleições deixaram Rio quase sem leito e sem margens. Desgovernado e sem orientação, Rio tenta agora encontrar a segurança das margens e voltar ao leito original. Não será fácil. Este Rio tem demasiados afluentes, mas parece que nem todos correm na mesma direcção, muito embora queiram desaguar no mesmo oceano.

Faz-me lembrar este cenário o de Boris Johnson no Reino Unido, que parece estar cada vez mais desunido e sem rumo certo. As margens já as perdeu e o leito por onde corre é cada vez mais estreito. As verdadeiras margens estão a orientar outros interesses, que são obviamente contrários aos dele. Os objectivos são completamente diferentes. Ele quer sair da EU e os outros querem ficar. Aqui, a segurança parece estar no leito e nas margens da União Europeia que, pelos vistos, não é o que interessa a Johnson. Difícil a solução quer para o Reino Unido, quer para a União Europeia que não quer mais adiamentos. Parece-me que somente um novo referendo resolverá o que realmente quer a União Europeia e se assim for, a escolha será certamente a permanência. Acaba-se o Brexit e ainda bem.

Por cá, já Rio não pode navegar da mesma forma. A escolha de avançar pelo leito que ainda tem, parece ser o mais sensato, mas as margens são demasiado baixas e terá sempre de ter atenção aos afluentes. Alguns têm caudal volumoso e podem causar inundações perigosas.

O oceano para onde correm uns e outros é e será sempre o PSD. Disso ninguém duvida, ao que parece. No entanto, as margens extremam-se e a segurança deste Rio é pouco fiável. A verdade é que este desaguar de interesses pode ser conflituoso, o que não é nada bom para o grande oceano que os espera receber de braços abertos.

Entre montes, serras e rios, erguem-se outras barreiras difíceis de ultrapassar. Montenegro é um afluente que vai correndo em margens diferentes, mas com algumas margens seguras. Maria Luís pode ser uma dessas margens de Montenegro e a outra até pode ser a de Cavaco Silva que parece amparar Maria Luís Albuquerque. Montenegro é assim, o afluente que parece querer encher com a última chuvada e avançar destemido para o oceano tenebroso que o espera. Chegará lá?

Por outro lado, Rio permanece em sossego, no leito estreito, sem nada fazer a não ser, envolver-se na manta de silêncio que o cobre, sem sair da estreita margem que o sustem, deixando adivinhar que quer seguir o seu caminho até ao final.

Para o PSD isto não é vantajoso. Todos sabem que a mudança é necessária, embora isso não signifique uma nova liderança. O líder actual tem mais dois ou três meses para fazer alguma coisa de novo. Talvez uma nova estratégia a partir dos novos deputados dos quais ele faz parte e da composição da nova Assembleia onde haverá muita inexperiência. A sustentabilidade do governo de Costa vai depender muito dessa nova agremiação e do modo como ele vai gerir os interesses do governo e do país. Catarina não parece querer dar tudo de mão beijada, até porque ela não se dá muito bem com esse tipo de cumprimentos. Já o afirmou e continua a dizer que o relacionamento entre o BE e o PS nunca foi fácil e só existiu como um comprometimento nacional cujos interesses abarcavam o país inteiro. Agora, que o espectro político é um pouco diferente e apesar de Costa ter outra sustentabilidade, não lhe dá a certeza de chegar ao fim da legislatura. Aqui, as margens também são estreitas. Na margem esquerda tem a Catarina, na direita tem Rio. Quem o vai amparar? Muito embora o caudal seja maior, não significa que o leito de Costa o consiga segurar até ao desembocar final. Certamente não transbordará.

O que esperar então deste Rio? Sem leito seguro, sem margens que o amparem devidamente e com rumo débil, que caminho seguirá? Avança até às diretas ou até ao Congresso? Fica pelo caminho? Deixa-se ultrapassar pelos afluentes?

Pois a incógnita das margens por onde correm os rios do PSD não parecem nada seguras para impedir que eles percam caudal. Estreitecem à medida que eles avançam e nenhum parece receber mais enxurradas de modo a chamar as margens ao seu dever obrigatório de os amparar do descalabro final. O PSD está à espera que eles cheguem à foz ou que, pelo menos um deles, chegue com o caudal necessário para se afirmar no oceano imenso onde se irão espraiar.

Contudo, o que parece estar a acontecer é que todos os rios estão bem pouco caudalosos e o oceano que por eles espera não se engrandecerá tão depressa. Desafios das correntes.

Rescaldo das eleições

O povo é sereno ouviu-se no decurso de gigantesca manifestação a favor da liberdade de expressão, contra uma tentação de deriva autoritária cuja génese era o totalitarismo, o povo que só vota bem quando vai de encontro aos nossos gostos e interesses, nas eleições do passado dia 6 de Outubro voltou a votar bem castigando quem tinha de ser castigado, colocando no caixote do lixo da história os merecedores de caírem na obscuridade, premiando aqueles que no seu entender deviam ser premiados.

O leitor dirá: isso do povo votar sempre acertadamente é uma burrice do tamanho da légua da Póvoa, lembrando a eleição democrática de Hitler e muitos mais facínoras de igual quilate. Tem razão o leitor, no entanto, na génese a enorme maioria dos votantes estava exausta – inflação ao nível da de Maduro nos tempos correntes, desemprego, logo aumento galopante de todas as chagas sociais a ele associadas, e acima de tudo o profundo sentido de humilhação imposto ao povo alemão na sequência do Tratado de Versalhes, conduziram ao desastre, no tocante ao exame de 06 de Outubro resulta a eclosão do Chega, do Livre, do Iniciativa Liberal é o rebentar da borbulha de insatisfação devido aos casos de corrupção, ao pachorrento andar da justiça, ao tom e som das redes sociais, sem podermos esquecer o aumento de eleitores vindos de outras paragens filhos em qualquer surpresa o Matusalém da política portuguesa Pedro Santana Lopes ficou arredado do cadeirão, recebendo do povo o merecido pagamento vindo da bolsa justiceira dos romanos, Roma não paga a traidores, ou seja nada.

O Menino Guerreiro no distrito de Bragança ficou atraso do falecido MRPP e dessa caricatura partidária denominada RIR, os dirigentes do Aliança meteram-se num bote em tempo de seca imitando os habitantes de uma aldeia do concelho de Vinhais a quem se atribuem episódios hilariantes que fazem parte da vulgata de disparates ditos e praticados pelo Homem. Se persistir o bom senso, ao contrário do preconizado pela criatura Relvas, tais pessoas não devem ser aceites estilo filho pródigo se pretenderem regressar ao partido laranja.

O partido laranja averbou uma derrota no prélio do dia seis, felizmente, longe das proporções vindas da boca de Montenegro pretendente ao lugar de Presidente do PSD, os antigos apoiantes do gloriosamente derrotado Santana ganham se pensarem com a cabeça em vez de pensarem com o coração caso pensem em votarem no gritador advogado em Espinho e que nos últimos meses esteve a estudar em Paris, não sei se na mesma Escola frequentada por José Sócrates.

Não vou repetir o escrito e publicado no Público do dia 12 por Pacheco Pereira, avivo as advertências de Manuela Ferreira Leite vítima de Passos Coelho e Comandita, o PSD caso queira ser a Fénix Renascida tem de dar voz e palco aos militantes desprovidos de más qualidades, bem implantados socialmente, profissionais qualificados, habituados ao fazer/fazendo superando barreiras e dificuldades de toda a monta. A eleição de Isabel Lopes (a quem dou parabéns) é a prova provada do eleitorado entre os 30 e 45 anos, detentor de formação superior, preferir o PSD aos socialistas, o resultado saído das urnas o evidenciou.

Na crónica «À boca das urnas» defendi a tese de o PCP vir a ser na próxima legislatura o interlocutor mais fiável do Partido Socialista. Mantenho essa tese. A lamber as feridas resultantes do desaire, os comunistas e a Intersindical vão dosear a agitação sem colocarem em causa o essencial até repararem as brechas, o acessório rugirá tocando o bombo e ferrinhos. A beata (VPV) Catarina perdeu intonações, entenda-se, perdeu mais cinquenta mil votos.

O verão em parábola

Os rostos das pessoas, como as folhas das árvores, começam a ficar mais manchados, pálidos e tristes. É o verão e o sol que nos estão a fugir. Que fizemos nós, que travessias fizemos nós neste verão e que desejávamos tão impacientemente? Há poucas semanas atrás, esperávamos ardentemente o tempo do calor e do descanso. Desejávamos o sol. Espreitávamos os sinais do verão. Ora, muitas vezes faltam-nos os sinais, pensamos nós. Os sinais que confortariam os nossos desejos, que reparariam os nossos erros, que preencheriam as nossas necessidades ou que viriam apaziguar as nossas preocupações. Acabámos por deixar de ver os sinais que entrevíamos impacientemente e por confundi-los mesmo com o objeto dos nossos desejos. Não é o verão que nós esperávamos mas tão somente a excitação das nossas angústias, das nossas dúvidas e insatisfações. 

Há uma estranha e breve parábola no evangelho, a dita da figueira, que faz parte duma série de parábolas extremamente fortes sobre a iminência do fim dos tempos. Jesus confiará aos seus apóstolos: “A minha alma está profundamente triste até a morte” (S. Marcos 14, 34).

Qual é o objeto da nossa espera? Qual é o significado da nossa impaciência na descoberta das provas daquilo que esperávamos ver realizado? “Aprendei, pois, a parábola da figueira: quando já o seu ramo se torna tenro, e brotam folhas, bem sabeis que já está próximo o verão” (S. Marcos 13, 28). Na realidade, o sentido que parece emergir é que temos à frente dos olhos os sinais que tanto receamos não ver. E é para nos perguntarmos se não tememos mais ainda a identificação dos nossos próprios desejos.

Alguns rebentos, algumas folhas novas. O verão aparece com toda a sua esperança. Mas nós preocupamo-nos em saber, em compreender… Ora o resultado não será o que nós esperamos. A nossa inquietação não deve ser o conhecimento do que vem, quando e como, mas sim acolher o que vem. Preferiria dizer que há duas naturezas de conhecimento, um que não passaria da impaciência de saber e que viria preencher uma necessidade qualquer, dissipar um segredo ou um mistério, e a outra que consistiria em acolher em nós precisamente o que não conhecemos, o que esperamos mas sem querer forçosamente retirar-lhe o mistério, a parte de sorte ou azar. Nem que para isso seja preciso atravessar “esta profunda tristeza”.

Vemos por nós-mesmos que o tema da nossa espera foge aos sinais visíveis e previsíveis. Queremos a toda a força verificar os sinais das nossas expetativas, tendo-os diante dos nossos olhos e que de certa forma vemos sem ver.

Oh meus amigos, devemos agir com aquilo que muitas vezes não compreendemos, com aquilo que nos foge. E devemos talvez aprender a resistir ao querer “saber tudo”. O que não significa cultivar a ignorância ou o segredo, mas mais autenticamente viver com uma parte de desconhecimento das coisas, sem a qual nenhuma procura, nenhum desejo seria digno de interesse. Muitas vezes, a nossa espera por sinais e significações é tal que a mesma faz obstáculo em nós ao que surge, ao que é novo. Como a nossa paixão insaciável pelas origens.

Pelos vistos mais de oito milhões de pessoas pelo mundo já testaram o seu ADN, para ter a confirmação das suas origens, interrogar um segredo de família, prever uma doença… de que verão desaparecido para sempre somos nós feitos? Lembro-me duma Torre Eiffel dentro duma bola em vidro cheia de partículas brancas que parti em pedaços quando era criança, querendo desvendar e compreender o acontecimento, como era feita. Percebo só agora que as nossas vidas não passam destes pequenos objetos que se partem quando queremos compreendê-los e saber como é que são feitos.

As nossas vidas não passam da montagem destes pequenos pedaços em aparência tão frágeis, tão íntimos, e destes momentos esperados, desejados, em que convocamos e contamos um por um certos fenómenos que não são mais do que as nossas interrogações e hesitações perante o que nos acontece ou que nos foge, e que desaparecem com o tempo e o vazio das coisas como dos seres, sem nunca ter a certeza das convenções para os suster e exprimir claramente. É verdade, o verão fugiu-nos mas algo se passou. E ainda não temos forçosamente o conhecimento disso. E espreitamos novamente os sinais. Continuamos a caminhar sobre os pedaços de vidro dos nossos segredos e das nossas esperanças.