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Notícias Região

É certo que já lá vão quase dois anos, mas as três estórias “com sabor a Nordeste”, da escritora Regina Gouveia (natural de Parada, concelho de Alfândega da Fé), resplandecem o Nordeste Transmontano como poucas obras. A obra marcou a estreia da autora na ficção, depois de uma caminhada pela poesia e por reflexões sobre as práticas educativas, não fosse ela professora de Física e Química.
Neste maciço montanhoso encontramos: lobos (Canis lupus), raposas (Vulpes), javalis (Sus scrofa), corços (Capreolus), ouriços-cacheiros (Erinaceus europaens), texugos, a lebre (Lepus capensis), o coelho bravo (Oryctolagus cuniculus), a toupeira (Talpa occidentalis Cabrera), a doninha (Mustela nivalis), leirões (Rattus), a lontra (Lutra), o gato bravo (Felis silvestris Schreber), a cegonha branca (Ciconia), a perdiz comum (Alectoris rufa), a codorniz (Coturnix), a galinhola (Scolopax), o pombo bravo (Columba oenas), a rola (Streptopelia turtur), o cuco (Cuculus canorus), a andorinha dos beirais (Delichon urbica), o rouxinol (Luscinia megarhynchos), o melro (Turdus merula), o gaio/pigarra (Garrulus glandarius), a pega (Pica pica), o corvo (Corvus covax), o peneireiro cinzento (Elanus caeruleus Desfontaines), o gavião (Accipiter nisus), morcegos, a noitibó, a toutinegra, a gralha, o amarelante, o pica-pau, as salamandras de pintas amarelas (Salamandra), rã verde (Rana perezi Seoane), sapo (Bufo) cobras, lagartos, víboras, viborões, escouparinhos e cobras de água.
Barrenhão, s.m. O m.q. barranhão. Barrenho, s.m. Alguidar de barro. Barrigueira, s.f. Correia que passa pelas cavilhas do jugo e pela barriga da besta de carga. Bárrio, s.m. Bairro. Barrunta, s.f. Indivíduo labrego. Barzulaco, s.m. Individuo simplório, um zé-ninguém. Basqueiro, s.m. Barulho, barulheira. Bate-cu, s.m. Queda de nádegas. Jogo de rapazes. Batel (Ê), s.m. Joelheira. Bater, v. int. Descobrir o local.
Rebordãos Revordanos e Revordaos nas Inquirições feitas pelos anos de 1258 e noutros documentos da alta idade das trevas. Em determinadas localidades dá-se o nome de rebordã a uma castanha produzida em castanheiros bravos, apelidados de rebordãos, de sabor fino, mais apreciada que a dos enxertos e de forma arredondada. Este topónimo deve pertencer ao campo lexical de Roboredo, cujo nome advém da forma latina robur, is. Rovoreda, Roverdas e Rovoreta aparecem noutros registos com o significado de matas, bosques. Rebordainhos e Rebordelo são diminutivos de Rebordãos. Em 1208, o monarca D. Sancho I concedeu Carta de Foral à vila de Rebordãos. No entanto, D. Dinis reformaria esse foral em 1285, passando o termo da povoação para a posse do seu filho bastardo, D. João Afonso. O Orago da terra é a Nossa Senhora da Assunção.
Escritor(a): Marguerite Yourcenar Livro: Alexis Filme: Antes de Anoitecer Peça de teatro: Um Eléctrico Chamado Desejo Música: My one and Only Love À mesa: Japonês Bebida: Saké Com que personagem da História gostaria de jantar: D. Inês de Castro Carro: Seat Altea, uma bomba!
Margarida Rebelo Pinto é uma escritora de afectos que adora desvendar os segredos das relações humanas. Nascida em Lisboa, em 1965, Margarida Rebelo Pinto revelou desde cedo uma enorme paixão pela escrita. Formada em Línguas e Literaturas Modernas, escreveu seis romances, quatro livros de crónicas e uma biografia. É a autora que mais vende em Portugal, tendo já a sua obra traduzida em vários países do Mundo. Acusada por muitos críticos de ser um produto sub-literário e de ter um estilo "pimba", a ver-dade é que Margarida Rebelo Pinto é um fenómeno de vendas, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos em Portugal. Durante este mês, a escritora lança ainda com a sua própria voz um audio-livro do seu “Diário da Tua Ausência”.
Há um mês que cerca de 100 pessoas encontram-se todos os dias para caminharem durante 30 minutos. Trata-se de uma iniciativa desenvolvida pela Comissão Distrital de Bragança da Fundação Portuguesa de Cardiologia (CDFPC) e que visa promover a prática frequente de exercício físico junto dos bragançanos. “Queremos que as pessoas sejam egoístas e tirem, todos os dias, cerca de meia hora para cuidar de si”, sublinhou o presidente da CDFPC, Carlos Cadavez. O objectivo é prevenir as doenças coronárias ou evitar que surjam cedo na vida dos cidadãos.
Carlos Cadavez fumava dois maços de tabaco por dia, alimentava-se incorrectamente, vivia sob uma tensão constante e não praticava exercício físico regular até que, um dia, o seu coração parou.
Albano Alves é o novo presidente da Escola Superior de Tecnologia e de Gestão de Bragança (ESTIG). A nova equipa directiva, que tomou posse na passada quarta-feira, é ainda constituída pelos vice-presidentes, Paulo Leitão e Maria João Pereira. Eleita por um período de três anos, a nova direcção pretende seguir uma política de continuidade. “Vamos prosseguir com o trabalho feito até agora, mas com desafios que há um ano atrás não tínhamos”, referiu Albano Alves.