Ter, 20/03/2007 - 10:26
Admite que, durante 35 anos, prejudicou-se constantemente com o seu estilo de vida, o que o obrigou, actualmente, a evitar excessos e a esforçar-se por seguir uma “política” preventiva. “É uma doença que não dói, pelo que ao mínimo sinal corro para o médico a confirmar se está tudo bem”, confidenciou Carlos Cadavez.
Estava no edifício do hospital de Vila Real quando se sentiu “esquisito”. Dirigiu-se ao médico que lhe diagnosticou o início de um ataque cardíaco. “Fiquei incrédulo! Como era possível estar a ter um enfarte e, ao mesmo tempo, falar com o médico”, recorda.
Os instantes posteriores, já inconsciente, foram passados entre tentativas de reanimação e um sonho que o remetia “à minha meninice”.
No total, foram 14 segundos “entre o lado de lá e o de cá”, mas que terminaram com o “regresso” do paciente.
Carlos Cadavez é, por isso, convidado frequentemente a participar em diversos eventos, onde relata a sua experiência “feliz”, porque conseguiu superar o problema sem sequelas, ao contrário da maioria dos doentes coronários.


