class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-noticias-regiao">

            

Notícias Região

Foi um jogo sem qualquer história, num campo sem condições. O Mirandela, com o melhor grupo de jogadores, não teve problemas em vencer o Bragança por 7-0, através de Bruno, com quatro golos, e Ricardo que marcou dois.
Foi um bom jogo de futebol que levou o presidente do Cachão, José Grilo, a tirar dúvidas após o resultado final. Até chegar a este jogo, o Cachão era líder, mas com as cinco baixas na equipa, o treinador já contava com o desfecho deste jogo. Com esta derrota, o Cachão fica com um ponto de atraso, apesar das quatro jornadas que ainda faltam para o campeonato terminar.
A partida entre vinhaenses e freixienses iniciou-se com 26’ de atraso, devido à chegada tardia dos forasteiros. Não obstante o acentuado domínio dos locais, os pupilos de Pik apenas chegaram à vantagem ao minuto 27, num espectacular remate, de Jorge fora de área, ao ângulo. Como se não bastassem as preocupações de Manuel Augusto, Carlos Baldo marca um auto-golo, oferecendo uma vantagem de 2-0 aos brancos e negros, antes do intervalo.
Foi um bom derby disputado com muita atitude, boa organização defensiva, luta a meio campo e capacidade atacante de parte a parte. Filosofia de jogo com níveis muito altos, rigor táctico, disciplina, fair-play e muito atrevimento individual a proporcionar lances de bom recorte e muita emoção.
Por motivos pessoais, o treinador da equipa sénior do Grupo Desportivo de Bragança (GDB), Lopes da Silva, rendeu Norberto Antas no comando técnico dos juniores canarinhos. Numa altura em que se fala tanto dos problemas financeiros do GDB, os jovens da casa tiveram uma oportunidade de ouro para saltarem para o escalão principal. Perante tal “pressão”, os nordestinos entraram um pouco tímidos e demasiadamente estáticos. Quem aproveitou este cenário foi a equipa de José Gomes, que, sem receios, se lançou para o ataque, criando as primeiras situações de golo.
A Habinordeste não fez por menos e, depois de se sagrar campeão na penúltima jornada, brindou o seu público com mais uma goleada. A equipa bragançana até entrou um pouco desleixada, mas, depois de tantos “berros” de Filipe Gonçalves, a formação despertou para aquilo que tão bem sabe fazer, marcar golos. Por outro lado, o Carviçais surpreendeu pela positiva, na 1.ª parte, pois soube fechar-se bem nos seus terrenos. No entanto, o muro visitante acabou, gradualmente, por ruir.
O Macedo veio atordoado com o futebol praticado pelo Atlético de Valdevez. A última jornada ficou, assim, marcada pela desilusão de uma má exibição transmontana. Na primeira parte, a turma de Rui Vilarinho deu alguma emoção ao jogo, apesar de ter perdido duas boas oportunidades para marcar. Já o Valdevez, após algumas jogadas de grande gabarito, concretizou o primeiro golo à passagem dos 25”, através de Carlitos. Na segunda parte, a equipa de Macedo ficou na sombra dos minhotos e da festa do título de campeão da terceira divisão nacional série “A”.
Foi um excelente jogo de futsal, digno de uma final, atitude, em que a cultura táctica, filosofia de jogo, rigor defensivo e atrevimento ofensivo fizeram vibrar a assistência. Durante a partida, ninguém avançava com uma previsão acerca do resultado, o que dá ao futsal uma motivação diferente.
Depois de ter conseguido a subida à II Divisão, em 1.º lugar, os mogadourenses lutam, agora, pela conquista absoluta da III Divisão, perante os campeões das outras séries -Beira-Mar, Boa Esperança e Vitória Recreativo Clube Olivais. Nesta guerra de primodivisionários, o Clube Académico de Mogadouro começou da melhor maneira a luta pelo título, depois de bater o Boa Esperança (Castelo Branco) por 4-3.