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Notícias Região

Cumprida mais uma edição daquela que outrora foi considerada a festa das festas do distrito de Bragança, a Feira das Cantarinhas, é impossível negar o sentimento de profunda desilusão, experimentado por quem, décadas atrás, a viveu intensa e efusivamente, por ter, hoje, como palco – realidade que teimosamente se “institucionalizou” há meia dúzia de anos – locais alheios a esta secular tradição. A Feira das Cantarinhas, desde a sua origem, foi acolhida, até ao momento em que uma minoria (referenciada) de cabeças pensantes desta cidade entendeu, por capricho, julgo, desvirtuar a sua essência, pelas ruas que fazem parte integrante da dita zona histórica: a Rua Combatentes da Grande Guerra (Rua Direita), a Rua Abílio Beça, a Rua Alexandre Herculano, a Rua da República, a Rua Almirante Reis, a Avenida João da Cruz e, como ponto de convergência delas todas, a Praça da Sé.
Nestes últimos tempos temos assistido a várias tentativas, levadas a cabo ou iniciadas, por algumas instituições, com a finalidade de arrumar os vários compartimentos deste enorme casarão. Nesse sentido, desde a Câmara Municipal de Lisboa ao governo, passando pelos partidos políticos, tem sido uma azáfama formidável. Carmona Rodrigues e seus vereadores têm vivido uma história rocambolesca, levando a Câmara Municipal às bocas do mundo e os desacordos ao interior de todos os partidos. A esquerda representada pelos três partidos que aí têm assentamento, tem vindo a fazer queixas e exigências de toda a ordem e finalmente conseguiram levar a que a Câmara caísse e fossem todos a eleições intercalares. Arrumar esta casa não vai ser fácil! A partida para as eleições é complicada e a sua efectivação é, no mínimo, um acto circense. É um risco, é um número de trapézio sem rede, é um número de malabarismo acrobático impensável. Não é o facto de arrumar a casa camarária, mas sim as eleições em si, já que o tempo é escasso para as preparar e para as fazer. Só ideias de última hora e em tempo inoportuno saídas de cabeças ocas, poderão ter esse objectivo.
Após vários anos de apelos da Junta de Freguesia de Santa Maria, a Domus Municipalis vai, finalmente, ser alvo de obras de restauro. Ainda bem que assim é porque estamos a falar do ex-libris da cidade de Bragança, que acaba por ser um emblema de todo o Nordeste Transmontano, não fosse este monumento o único exemplar da arquitectura civil românica existente na Península Ibérica.
No próximo fim-de-semana vai disputar-se a segunda edição da prova 500 Milhas ACP, que liga Bragança a Vilamoura, num total de 800 quilómetros. Num verdadeiro teste de resistência, viaturas construídas até 30 de Dezembro de 1970 irão percorrer a mais longa e mais antiga estrada portuguesa, com alguns troços já classificados como património nacional. Na estrutura da prova constam 25 etapas de classificação, percorridas sempre no interior do País, junto à fronteira com Espanha.
A secção desportiva dos Bombeiros Voluntários de Alijó (BVA) organizou a 2ª edição do Passeio TT Alto Douro Vinhateiro, que registou uma elevada adesão entre os adeptos de veículos de duas e quatro rodas, como moto4. O passeio partiu do quartel dos BVA rumo à zona sul do concelho de Alijó, terminando no Monte da Cunha, onde foi servido um almoço. Já a segunda etapa decorreu na área mais a norte da região.
Nos próximos dias 25 e 26 de Maio, Bragança acolhe, pelo segundo ano consecutivo, a terceira prova do Campeonato Nacional de Navegação 4x4 – Land Rover. A organização é do clube Trilhos do Nordeste, que aguarda a participação de cerca de 30 equipas, oriundas de todo o País.
Bragança recebeu, no passado sábado, mais uma Prova de Perícia, numa organização conjunta do Nordeste Automóvel Clube e Câmara Municipal de Bragança. Com a participação de apenas 11 pilotos, a “gincana” não deixou, contudo, de ser uma jornada espectacular. A Avenida D. Sancho I, em Bragança, vestiu-se de amantes do desporto automóvel e vibrou com a disputa aguerrida pelas melhores classificações.
Pela 1.ª vez esta temporada, os academistas balançaram as redes adversárias por duas ocasiões. Frente à equipa do concelho de Marco de Canavezes, o Clube Académico de Bragança (CAB) assinalou, porventura, uma das melhores exibições da época. Uma atitude guerreira aliada a um espírito de inter-ajuda e de sacrifício permitiram aos bragançanos bater-se de igual para igual com o rival. O amadurecimento da tenra formação de Sequeira tem crescido a olhos nus e os dois tentos marcados são prova disso.
O Bragança assegurou o título de campeão com chapa 12 na penúltima jornada do campeonato. Invicta nesta estação desportiva, a equipa de Sérgio Barrios goleou a congénere formação da Escola Crescer, num dérbie com pouca chama, tal o poderio do conjunto, agora, campeão. A equipa “visitante” revelou durante todo o jogo muitas dificuldades nos processos ofensivos e raramente criou perigo. Também a defender nunca encontrou clarividência para travar o futebol genuíno dos bragançanos.