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O Morais deu, mais uma vez, boas indicações do seu futebol em Mondim de Basto, mas quando pegou no jogo, aos 20”, não conseguiu materializar em golos. Deu-se a lógica reacção dos pupilos de Felisberto, que pegaram no jogo e foram mais perigosos. Só que dois erros da defesa do Morais, já sobre o intervalo, deitaram tudo a perder.

O Grupo Desportivo de Bragança não entrou com o pé direito na nova III Divisão Nacional. Mas, aos poucos, o clube trepa para os lugares mais altos da classificação e, das equipas transmontanas, já é a 2.ª melhor na prova. O líder da Comissão Administrativa, Manuel Martins, coloca a nu os grandes desafios dos canarinhos, que passam obrigatoriamente pelo rigor e transparência financeira.

Um golo solitário de Cláudio impôs a terceira derrota consecutiva à turma de Rui Vilarinho. Decorriam 35’ quando o lateral do Marinhas arranca um remate fabuloso que, a meias com a barra, instalou a crise no balneário macedense.
A derrota em Mirandela provocou uma mudança drástica no onze dos nordestinos, deixando Pires, Nelson e George Jardel no banco de suplentes. Com as “estrelas” no banco e as baixas de Eurico e Pardal, o Macedo procurou, desde o primeiro minuto, mostrar serviço e, de facto, vontade de vencer não faltou à equipa local. Faltou, apenas, o discernimento necessário para conseguir concretizar as boas combinações ofensivas. E se alguns lances casuais do ataque marinhense surgiram, não se ficam a dever a mais do que ao total balanceamento ofensivo que a equipa do Macedo adoptou em busca do golo. Aos 20’, Valadares teve na trave o principal inimigo, depois de um remate em arco que sobrevoou o guardião Costinha.

Dérbi pautado pela atitude, extrema correcção, assistências não aproveitadas, instinto matador na obtenção dos golos e culpa própria em não desfazer o empate, que acaba por premiar os 2 conjuntos com um ponto.
Um erro do trinco do Mirandela, Vitó, com duas entradas temerárias em 5’, exclui-o do jogo aos 18’, dando vantagem numérica ao Vidago, que passou, então, a ter mais posse de bola a meio campo. No entanto, os forasteiros reagiram muito bem e lograram mesmo o golo à meia hora, num lance de laboratório.

Está a funcionar, desde ontem, a marcação de consultas de especialidade nas unidades do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE), a partir dos centros de saúde do distrito de Bragança. Este projecto, denominado “Consulta a Tempo e Horas”, é uma medida integrada no programa SIMPLEX para a área da Saúde, que tem como objectivo facilitar a comunicação entre Centros de Saúde e hospitais.

No intervalo da amêndoa, Lurdes Caetano pinta telhas, quadros, pratos, vidro ou guarda-jóias e faz renda. Esta habitante de Torre de Moncorvo afirma que sempre teve gosto pelos trabalhos manuais, o que a levou a fazer uma formação em artes decorativas.

Mexer e remexer a amêndoa num tacho de cobre é a arte de Lurdes Caetano, natural de Açoreira, no concelho de Torre de Moncorvo. Há cinco anos, esta artesã decidiu comprar uma loja de produtos regionais no centro histórico da vila, para dar seguimento à tradição da amêndoa coberta, também conhecida por amêndoa peladinha.
“Na minha família não tinha tradição de amêndoa, mas como gosto muito de trabalhos manuais decidi comprar a loja e aprendi com a antiga proprietária”, explicou a comerciante.

Segundo dados estatísticos disponibilizados, recentemente, por um canal televisivo que, de momento, não sei precisar, os cinco maiores bancos que operam em Portugal arrecadaram, no primeiro semestre de 2006, a fabulosa quantia de 5,3 mil milhões de euros de lucros; contra, segundo a mesma fonte, 2.000 milhões de Crédito Mal Parado; somas que, como diria o meu estimado amigo Orlando Guedes, “deve ser muito dinheiro!”

O Rotary Clube de Lisboa Oeste tem vindo a divulgar o Programa “ Jovens em Risco “ em várias escolas públicas e privadas, com a finalidade de centrar as suas preocupações em questões fundamentais da cidadania, da integração social, da comunidade, e do desenvolvimento, isto porque essas questões determinam as grandes opções das sociedades democráticas modernas. Desta feita, pretende-se alertar, com o referido programa, os cidadãos em geral, e os Jovens em particular, que a nossa própria visão da sociedade, em que vivemos e em que participamos, depende da consciência que tivermos sobre as questões abordadas no Programa “ Jovens em Risco “. Em rigor, esta iniciativa poderá contribuir para que cidadãos, organizações e instituições possam aprofundar a consciência e o empenho sociais, reforçando o seu sentido de responsabilidade e de partilha no esforço da construção de uma sociedade melhor, mais solidária e socialmente mais robusta e coesa. Por outro lado, salienta-se que este programa se deve ao empenho e à dedicação do Dr. António Felgueiras.
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