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Notícias Região

Veteranos do Mãe D’ Água e de uma equipa de Oliveira e Azeméis, UDO, enfrentaram-se, no último sábado, para uma partida de carácter particular e amigável. Aos 12’, Padrão deu o mote, marcando um golo de belo efeito. De resto, foi o 1.º e único tento da equipa, não obstante as inúmeras oportunidades de dilatar a vantagem. Do outro lado, Quim Oliveira ripostou e fez o gosto ao pé, igualando a contenda. A partida ficou ainda marcada pelas muitas substituições que se realizaram, promovendo a competição e o lazer para todos.
Foi um jogo muito equilibrado que mostrou a mão do técnico da equipa da Terra Quente. Este grupo de juvenis, que tem cinco elementos de iniciados, começa a prometer jogar de igual para igual com as outras equipas.
As duas equipas realizaram um jogo espectacular, agressivo e, acima de tudo, com lances de futsal de encher o olho. No entanto, foi a maior capacidade técnica transmontana que levou para o intervalo uma vantagem clara de 5-2.
Num encontro em que o Macedense acusou o favoritismo do Modicus, a formação de Sandim venceu tranquilamente uma partida nem sempre bem disputada. Partindo como grande favorito à vitória final, o Modicus entrou dominador, usufruindo de sucessivas falhas dos transmontanos, que perderam o Norte nos primeiros minutos. Não fosse o guardião macedense, Paulo Santos, e a turma de Rui Costa poderia encaixar uma série de golos nesta fase. Mas, depois de tanto insistir, Montenegro inaugura a contenda, num desvio ao 2.º poste. O Macedense pareceu, então, acordar, respondendo com eficácia na primeira vez que se acercou da baliza de Tasaka. O golo de Pica trouxe nova alma aos visitantes, libertando-se de algum receio que traziam nas pernas. O Macedense pegou no jogo, obrigando a turma local a correr atrás do esférico. Mas, contra o sentido do desafio, Pedrinho e Montenegro fixam o placar em 3-1, antes do descanso.
O Académico de Mogadouro estreou-se, em casa, com um empate a quatro bolas. Assistiu-se a um grande jogo de futsal entre duas formações bem estruturadas e com fortes argumentos na aguerrida II Divisão Nacional. O primeiro golo dos mogadourenses demorou apenas 3’ a aparecer, por intermédio de Ricardinho. Mas, no minuto seguinte, Douglas estabelece o empate, numa reacção dos alto durienses. No entanto, as tropas de Artur Parreira carregaram no acelerador e chegaram ao intervalo a vencer por 3-2.
Sem a habitual clarividência dos dois primeiros encontros, a turma tricolor sentiu grandes dificuldades para arrancar os 3 pontos, perante equipa pouco dotada tecnicamente, mas forte na organização defensiva. Na primeira parte, a formação local empurrou os seus rivais para a sua área defensiva, mas sem grande perigo. Já o Sendim oferecia as despesas do jogo aos “favoritos”, tentando o contra-golpe ao mínimo deslize dos bragançanos. Com efeito, aos 33’, o treinador / jogador Carlos Silva teve a melhor ocasião da 1.ª etapa. O avançado corre sozinho largos metros com esférico, mas na altura de carimbar o golo, Armando faz uma grande defesa, anulando o 1.º da contenda.
Foi um jogo que começou com o golo da equipa da casa, num remate fora da área de Pedro. Logo depois veio a reacção da turma do concelho de Vimioso, com um futebol vistoso, mas os vinhaenses estavam atentos a esta difícil equipa. Porém, não conseguiram evitar o empate aos 40”, com Bruno Coutinho a ganhar um ressalto com o guarda-redes.
As vitórias, o ex-líbris desta turma a sul do distrito de Bragança, ainda não tinham aparecido, mas, desta vez, com muito futebol e tantas oportunidades perdidas, principalmente na 1ª parte, o Moncorvo venceu o Famalicão. Temia-se o pior, porque aos 38”, Queirós ao tentar evitar o golo minhoto acabou por marcar na própria baliza, mexendo com o grupo.
O Grupo Desportivo de Bragança (GDB) não só ganhou no Campo de Brito, como sobressaiu pela excelente capacidade de resposta nos obstáculos. O jogo foi sempre bem controlado pelos canarinhos que não tiveram muitas dificuldades em travar os avançados da turma de António Carvalho.