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Quem passou pela Norcaça pôde caçar sem ter que se deslocar ao campo. Esta experiência virtual só foi possível graças ao simulador de tiro disponibilizado pelo presidente da Associação de Caça de Parada, Norberto Louçano.

Com uma vasta área cinegética subaproveitada, o Nordeste Transmontano espreita os modelos de gestão da caça na Província de Zamora (Espanha), para valorizar e rentabilizar este recurso.
Caçadores e responsáveis deste sector marcaram presença, na passada sexta-feira, no seminário da Norcaça, para assistir à explanação sobre a “Gestão da caça nas áreas protegidas de Zamora”, proferida pelo director do Parque Natural Lago da Sanábria, Jesus Palácios.

A apresentação do pote gigante acabou por centrar as atenções na Norcaça & Norpesca, que terminou anteontem em Bragança.
Ao longo de quatro dias, cerca 16 mil pessoas passaram pelo pavilhão do Centro Empresarial de Bragança, muitas delas atraídas pela curiosidade de provar javali guisado num pote com 600 quilos e 2 metros a altura.

A Quercus – Bragança defende que a dimensão do projecto eólico anunciado pela Airtricity é irreal e incompatível com a Rede Nacional das Áreas Protegidas e Rede Natura 2000. Contudo, uma “proibição taxativa por parte do Plano de Ordenamento do PNM pode ser contraproducente, uma vez que abre caminho a decisões discricionárias, movidas por interesses políticos a curto prazo”, sustentam os ambientalistas.

16 operadores turísticos da região juntaram-se à Montesinho Vivo – Associação de Defesa & Promoção do Parque Natural de Montesinho para repudiarem a instalação de aerogeradores eólicos naquela zona protegida.
Para os empresários, a criação de um parque eólico trará prejuízos avultados para o turismo e afastará visitantes da região. “Os nossos turistas acham que estes equipamentos desconsideram a paisagem e, caso sejam instalados, ponderarão, no futuro, a sua vinda a este local”, explicou Francisco Bernardes, proprietário da Casa da Fonte, em Travanca (Vinhais).

A delegação de Bragança da CVP é a instituição da cidade que mais aposta no voluntariado. “Trabalhamos essencialmente com voluntários, porque não temos recursos financeiros para contratar pessoal. Além disso, o voluntariado é uma marca importante da Cruz Vermelha”, realçou o presidente da Comissão Administrativa da Cruz Vermelha, Joaquim Queirós.

Sensibilizar os estudantes para a importância do voluntariado na sociedade foi o motivo da conferência dedicada ao tema “O voluntariado na Sociedade Actual”, que decorreu, no passado dia 16, na Escola Superior de Educação de Bragança.
Esta iniciativa, organizada pela Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), contou com a participação de especialistas nesta área, que falaram sobre os projectos que estão a ser desenvolvidos no concelho bragançano.

Situada às portas do IP4, a zona industrial de Rossas, concelho de Bragança, conta com três empresários, apenas.
Criado em 1995, pela Junta de Freguesia, o parque ainda tem acessos em terra batida e debate-se com falta de iluminação, oferecendo condições precárias aos empresários que investiram no local.

A lotação da Zona Industrial de Bragança, levou a autarquia a investir num espaço para a instalação de empresas em Mós.
Situada a cerca de 15 quilómetros da capital de distrito, esta zona industrial vai beneficiar de uma ligação à futura A4. Assim, as empresas podem colocar os seus produtos no litoral do País ou, até, no estrangeiro, de uma forma mais rápida e económica.
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