Opinião

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21/09/2021

Até aqui só falei de obras-emenda, isto é, obras a emendar outras obras onde se abusou do custo e se poupou demais em pensamento. Era evitável. Azeredo Perdigão dizia que “parecer que é de capelo que não de borla, de pouco servirá”.

14/09/2021

Dois eventos notáveis, de pura política que não de política pura, sucederam-se a semana passada, facultando uma melhor compreensão dos defeitos do regime político vigente e da governança desenfreada a que dá cobertura.

14/09/2021

O ato eleitoral do próximo dia 26 não é nenhum referendo, não é nenhum plebiscito, não é nenhum exame popular sobre a atuação pretérita dos atuais autarcas, se candidatos.

14/09/2021

Dar um murro no estômago do centralismo! Clarificando, lutar contra alguma indiferença, medidas pontuais e avulsas com que, nas últimas décadas, o governo central tem lidado com os problemas da interioridade.

14/09/2021

Tenho para mim que não há ninguém no mundo que não tivesse sido, pelo menos uma vez, tocado pelo fascínio do poder.

07/09/2021

Diz a canção que “somos de livres de sonhar”. Nada mais certo e racional. É uma das formas de liberdade que não está sujeita a leis, normas sociais ou imposições seja de quem for.

07/09/2021

Antes de outras considerações permito- -me salientar o concludente editorial da Directora deste jornal (edição do dia 24 de Agosto) relativo às tentações de santos e pecadores procurarem interferir na massa lêveda do seu labor procurando alterá-la através do fermento partidário, individual e vesg

07/09/2021

Em Portugal existem 3 tipos de meios para resolução de conflitos sem ter de recorrer aos tribunais judiciais tradicionais que são: a Arbitragem, a Medição e os Julgados de Paz. Estes meios são formas mais céleres, mais baratas e menos burocráticas de resolver pequenos conflitos.

07/09/2021

Recentemente, tive o privilégio de fazer uma pequena visita a um familiar muito próximo lá fora e visitar uma cidade com polifonias diferentes, ancorada num passado longínquo e muito rico a todos os níveis.

07/09/2021

Por mais do que uma vez, publicamente, dei conta dos tiques megalómano de que são tomados os “donos” desta nossa urbe, na forma como, nos últimos (quase) 25 anos, a têm gerido.