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Bragança comemorou o Dia Mundial da Árvore, na passada quarta-feira, com o plantio de mais de duas centenas de árvores em diversos espaços da cidade, que foram apadrinhadas pelas crianças das escolas da capital de distrito.

O primeiro Domingo da Paixão, no período da Quaresma, é celebrado, em Mogadouro, com uma procissão em honra do Divino Senhor dos Passos, que se realiza, apenas, de dois em dois anos.

A biblioteca Padre Joaquim Manuel Rebelo, na Escola Secundária Dr. Ramiro Salgado, em Torre de Moncorvo foi inaugurada na passada sexta-feira.

O Ministério da Saúde (MS) pretende fechar, no próximo dia 25 de Abril, os Serviços de Atendimento Permanente (SAP) dos Centros de Saúde de seis concelhos da região transmontana.

A estratégia directora seguida pela Câmara Municipal de Bragança (CMB) consegue incorporar na nossa cidade algumas das maleitas de cidades grandes de onde se realça um abandono da zona histórica, concretizado pela aposta em bairros novos (que são autênticos dormitórios aqui à beira do centro), que não passam de aglomerados de betão, com consequente conglomeração de cidadãos, onde as questões de pormenor são adiadas ou pura e simplesmente esquecidas (sinalização horizontal e vertical, arranjo de separadores centrais das ruas, equipamentos de lazer, bancos para descanso, etc.). Assiste-se ao cada vez maior abandono e degradação do centro, acompanhado pela sobrevalorização especulativa das zonas emergentes, fenómenos que interagem e se reforçam.

Há já vinte anos, quase vinte e um que Portugal faz parte da União Europeia. Muita coisa mudou durante estas duas décadas para bem e para mal.
Fazer parte da Europa é fundamental para um país como o nosso, periférico e pobre. A distância que nos separa dos países mais ricos deste velho continente é enorme, embora as condições de vida tenham melhorado muito desde então. No entanto, nem todas as expectativas se cumpriram e esta Comunidade Europeia não é a solução para todos os nossos males.

Os bragançanos viviam, nesse tempo, suspensos da rotina burocrática desde o governador civil ao amanuense, quando a televisão chegou à cidade. Ela já se mostrara em documentários no Cine-Camões, mas a valer, foi na altura em que os principais cafés da cidade colocaram aparelhos em local estratégico de forma a os espaços se transformarem em salas de espectáculos ruidosas, acaloradas pelo bafo mais ou menos de boa extracção estomacal e os comentários propícios à quebra de solidão do mais sisudo.

O Jornal Nordeste é o primeiro da Região de Trás-os-Montes e Alto Douro a enriquecer o seu conteúdo com uma Web TV e a possibilitar o acesso à sua edição on-line através de telemóvel ou PDA.
Este projectos foram apresentados no passado dia 20 de Janeiro, na presença do Ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, altura em que a direcção do Jornal reafirmou a aposta na edição de papel, em paralelo com o aproveitamento das possibilidades oferecidas pelas Novas Tecnologias.

Um moldavo, com cerca de 40 anos, que trabalhava há cerca de um mês na Ponte Internacional de Quintanilha ficou sem um braço, na passada quarta-feira.
O acidente, ocorrido ao início da manhã, ter-se-á dado quando o operário tinha um dos membros dentro de uma betoneira que começou a funcionar inesperadamente, amputando-lhe, assim, o braço.
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