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Bom jogo de futebol com ambas as formações a mostrarem bons lances de futebol e já alguma emoção no rasgar das jogadas.
Nos locais, o “Clã Lálá” é fundamental para dar segurança defensiva e confiança ao miolo.

Um jogo em que a história se baseia no vento e no melhor futebol da equipa de Moncorvo. Curiosamente quatro golos foram obtidos com o vento a dar uma ajuda aos excelentes executantes da equipa do sul do distrito.

Macedo e Freixo partiram para a 5.ª jornada sem qualquer ponto na tabela classificativa.
Artur Baptista e Manuel Augusto tinham, neste jogo, uma oportunidade de ouro para alimentarem a esperança numa boa temporada.
Mas quem acabou por brilhar foi o espectacular avançado Artur, que rubricou sete tentos, acabando por ser a principal figura na goleada do Macedo frente ao Freixo.

Foi pena que tanta expectativa se tivesse resumido a 13’ de futsal de fino recorte técnico.
Logo aos 5’de jogo, estar a perder por 0-3 arrasa com a melhor das disposições. No entanto, o Mirandela, que é um conjunto que pratica bom futsal e tem grande responsabilidade pelo seu historial na modalidade, tinha obrigação de fazer mais e melhor.

A equipa de Boticas entrou bem no jogo e começou a ganhar logo aos 3 minutos. A equipa da casa tentou tomar conta do jogo, mas o gigante William e a capacidade técnica de Lincol impediam a equipa macedense de descuidar as suas capacidades defensivas.
Na primeira parte assistiu-se a um jogo natural de duas equipas que têm a classificação estável a quatro jornadas do fim, mas foi o Boticas que conseguiu alguma supremacia, com reflexos no marcador.

Vimioso e Vinhais protagonizaram uma partida viva e recheada de bons momentos, do primeiro ao último minuto.
Um golo em cada etapa dos vimiosenses ditou o resultado final. Com efeito, tratou-se de um resultado justo, que espelhou o trabalho das duas formações durante os noventa minutos.

O treinador do Argozelo, António Forneiro, não gostou da arbitragem e teceu duras críticas a Rui Santos. No final da partida, o técnico declarou que “Pedro foi mal expulso”, acrescentando ainda que “foi a primeira vez, em doze anos, que este atleta viu um vermelho”.

A partida entre equipas do Planalto resultou num bonito jogo de futebol, acompanhado por um trio de arbitragem de luxo. Já foi dito, por várias vezes, que Fernando Lhano já deveria ter subido de categoria, visto que, em cada jogo que faz, ganha atributos de futuro, pois jogar à bola é o principal papel deste jovem.

Em ano de estreia nas andanças do futebol distrital, o Morais F. C. surpreendeu tudo e todos com um futebol arrasador e digno de uma III Divisão. Se alguém tinha dúvidas sobre o valor deste conjunto, a equipa do concelho macedense dissipou-as, no derradeiro jogo, em pleno Municipal de Bragança. Um campo que, de resto, poderá consagrar o clube com a “dobradinha”, na final da Taça, frente ao Mirandês.
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