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O Morais poderia ganhar um ponto no campo do Vieira, mas não o conseguiu porque o juiz da partida se esqueceu do tempo de compensação. Contudo, não foi só por aí. A primeira parte foi má e os transmontanos acabaram por ser felizes no magro 1-0, o resultado ao intervalo. Foram muitas as oportunidades dos minhotos e Marco acabou por ser um dos heróis da primeira parte.

Foi um bom jogo de futebol muito disputado por duas equipas apostadas em ganhar. Viu-se correcção num jogo muito táctico, em que a eficiência no pormenor originou os golos, pelo que o empate se pode considerar como o resultado mais justo.
O líder apresentou-se em força e bem articulado, fazendo a transposição de jogo rápido e pormenorizadamente que, com toda a certeza, teria escrito uma história simples de vitória, não fosse a perfeita sincronização da cortina defensiva. Esta situação evitou a eficiência do caudal ofensivo transmontano a surgir nas costas da defesa adversária.

Neste encontro, o Sporting de Moncorvo pretendia conseguir uma vitória expressiva que lhe garantisse mais tranquilidade para o jogo da segunda mão destes quartos de final da Taça. Contudo, no primeiro tempo, a tarefa não foi nada fácil, pois os da Torre entraram melhor no encontro e colocaram-se em vantagem nos primeiros 6 minutos de jogo.

O ponta de lança Helintom, de 24 anos, fez a sua estreia em Macedo, no jogo que significou a derrota dos canarinhos por 1-0.
Jogou apenas 10”, mas já é certo que deve ficar até final da temporada.
O atleta chega do Sertanense, também da 3ª divisão, para tapar o lugar de Telmo Sampaio, que não convenceu o treinador Lopes da Silva.

Um golo de Jardel decidiu justamente o jogo a favor da equipa da casa. Uma vitória que veio do banco de Rui Vilarinho, que leu a partida da melhor forma e não perdoou.

No próximo sábado é apresentado na Fundação “Os Nossos Livros”, em Bragança, o livro “Silêncio no Planalto”, da autoria de Helena Cordeiro,
Trata-se de uma publicação em memória do Padre João Carvalho, falecido há precisamente um ano, após 53 anos ao serviço ao serviço da paróquia de Parada, entre outras.

Arrancou, na passada terça-feira, a segunda edição do Festival de Ano Novo (FAN), que decorre até ao próximo dia 26.
A iniciativa, que pretende afirmar-se como um festival de música clássica de Trás-os-Montes e Alto Douro, é, também, um roteiro turístico que agrega as localidades de Bragança, Chaves e Vila Real. Para tal, visa promover o contacto com a música erudita, descentralizar a realização de espectáculos, bem como dinamizar os espaços históricos e de interesse arquitectónico e cultural.

Un Natal mui squesito
Chego a la scuola i beio ua cousa mui rala. Nuossa Senhora i San Jesé stan bestidos de mirandeses. San Jesé cun capa de honra, calças de burel i camisa de lhino. Nuossa Senhora cula saia i cula mantilha. Cousa mui rala, mui rala.
Chego a la mie tierra i yá staba mie abó de las saias a fazer l presépio i miu armano andaba algo tuntico porque querie dar ua prenda que ne l anho passado le habien dado a el…
Inês Isabel Raposo, 4º anho.

Quando miro para trás
i beio l que perdie
la bida que you bibie
quando era inda rapaç
precurá-la nun fui capaç
recuordo agora la felcidade
que tenie naqueilha eidade
passou sien you la gozar
hoije me stou a lhembrar
de ls tiempos de la mocidade.
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