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Assinalado no último no sábado, o Dia Internacional do Trabalhador, em Bragança, foi marcado pela iminência de mais rescisões de contrato na multinacional francesa, instalada na capital de distrito, a Faurecia
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, ou pelo menos, as prioridades
Depois de vários problemas e desafios no país de origem e por outros pontos de passagem, os migrantes foram acolhidos, na capital de distrito, pela delegação de Bragança da Cruz Vermelha e pela Congregação das Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado.
Ernesto Rodrigues nasceu em 1956, em Torre de Dona Chama, no concelho de Mirandela. Veio para Bragança na flor da idade, onde vivenciou de perto o 25 de Abril, enquanto jornalista na imprensa local. Foi co fundador do jornal Enie, em 1975. As ameaças aos jornalistas e a censura fizeram acabar com o jornal. Foi para Lisboa em Janeiro de 76, onde vive actualmente. É poeta, ficcionista, crítico, ensaísta, tradutor de húngaro e professor na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
As escolas de condução puderam retomar a actividade há pouco mais de uma semana, na terceira fase de desconfinamento, mas a procura ainda é tímida, apesar de alguns dos alunos estarem já ansiosos por retomar as aulas práticas e teóricas, em especial os que já tinham exame marcado para a altura em que o país confinou.
Dos 3500 testes rápidos para a Covid-19 realizados no Instituto Politécnico de Bragança, no regresso às aulas presenciais, cinco estudantes testaram positivo
Estas terras, que Torga eternizou como o Reino Maravilhoso, são marcadas pelos cantos transmontanos, pelas sanfonas e gaitas-de-foles, pelos bombos, os tambores e as flautas. E é aqui, como em qualquer outra parte, que pode surgir qualquer algo diferente, fora da caixa. Nascido em Mirandela, Igor Ferreira, a viver há 12 anos em Bragança, traz-nos outra sonoridade: a força e a magia do piano. Com 36 anos, o músico, que trabalha na Riskivector, sediada no politécnico brigantino, acaba de apresentar o álbum Elíptica. São 12 músicas à espera da disponibilidade de qualquer um de nós. Temas para ouvir no Spotify e para nos ajudar a navegar na nossa própria alma. Fascinado pela época barroca, Igor é uma verdadeira viagem ao neoclássico e ao neoromântico. Admira Bach, Mozart e Beethoven, pelo que foram e fizeram. Quanto ao piano tem como mestres Chopin, o alemão Max Richter e o holandês Joep Beving.
Este ano, a resposta ao inquérito dos Censos é dada através da internet
A capital de distrito acordou, ontem, com um novo ânimo.