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Notícias Região

Esperava-se muito mais desta partida, pelo bom futsal praticado pelos homens da Princesa do Tua e pelo estatuto de candidatos dos Carrazedenses.
No passado sábado, o Pavilhão Municipal de Bragança não foi iluminado pelos deuses, mas sim pelo brilho do mágico do costume: Dário, ou Pipoca – como é conhecido no Futsal. À falta de corrente contínua, foi o feitiço daquelas arrancadas que evitaram o jogo dormente, num encontro que até foi amplamente dominado pela Habinordeste.
O Macedense empatou em casa com o Associação Recreativa e Cultural de Anta (ARCA), num jogo em que se pode dizer que os locais conquistaram mais o empate, em vez de o ceder.
A largos metros da baliza, Zé olhou para o guarda-redes Gemas, viu-o adiantado e fez um golo do outro mundo, deixando toda a gente de boca aberta.
Os infantis do Mãe D’ Água e do Vinhais preconizaram um duelo interessante, em que transpareceu muito talento e determinação por parte dos jovens atletas.
O Rebordelo, apesar de mais atrevido na primeira parte, nunca criou grandes jogadas de perigo, tal como o Morais.
Foi um bom jogo da Taça, com o Carção a confirmar as credenciais que o trouxe até às meias-finais. O resultado negativo (1-0) é, possivelmente, recuperável, mas as equipas de Tino Sá e André, por norma, jogam melhor fora de casa.
O Moncorvo foi, mais uma vez, matador fora de casa, com Elísio a marcar o golo da vitória.
Apesar de não apresentar a máquina alvi-negra na sua máxima potência, o Mirandela podia, e devia, ter realizado um jogo mais rico em futebol. È verdade que o Cabeceirense teve uma postura táctica muito rigorosa, não deixando os locais trocar a bola.