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As equipas ficaram em branco mas deram um bom espectáculo de futebol no Estádio de Santa Luzia. A equipa do Planalto tem já o pensamento na Taça, que irá disputar frente ao Morais. Para Tino Sá é importante ganhar os dois jogos que faltam para o campeonato e, acima de tudo, estar em grande para o dia da final, o que não aconteceu com o Argozelo.

Uma exibição personalizada e “à III Divisão” deu ao Mãe D’ Água a liderança no campeonato. Com efeito, já há muito tempo que não víamos a equipa de Marcelo e Genésio com tanta lucidez e classe. Por seu turno, os alfandeguenses até entraram bem, conseguindo um golo espectacular. No entanto, o fulgor rapidamente desapareceu, passando testemunho a um futebol nervoso e sem argumentos para travar a máquina bragançana.

As dificuldades dos vinhaenses em segurarem o resultado foram mais evidentes a partir dos últimos minutos da 1ª parte. E foram acrescidas pela forma como o Talhas tem jogado nestas últimas partidas, triturando os seus companheiros de competição, tal como aconteceu com o Sendim, que perdeu por 7-0, e com oAlfandeguense, que perdeu 4-0. Fica agora o 5-1, com muita dinâmica atacante.

Depois ter sido eliminado para a Taça pelo Morais, o Rebordelo marcou a diferença neste jogo de campeonato, com uma vitória justa sobre a turma de Tomané, que tropeça na luta pela subida à 3ª divisão.

O Moncorvo continua a recuperar pontos dos seus adversários mais directos, ao ponto de fazer cair o Tirsense, como se viu Complexo Desportivo moncorvense.
Os transmontanos estão, de novo, na corrida pelo título de campeão ou segundo posto, que dá direito a subir de divisão.

Assistiu-se a um verdadeiro jogo de campeões com equipas determinadas a ganhar o jogo. Jogou-se, por isso, um futebol de alto nível técnico a toda a largura e comprimento do relvado, com muita circulação de bola e futebol apoiado. Com esta qualidade, não admira que os lances de perigo tenham sido uma constante para gáudio da assistência e incerteza do resultado.

Os locais entraram bem em campo e apostaram resolver depressa e bem, para depois, com mais calma, prepararem uma vitória gorda. Ao mesmo tempo proporcionava-se um espectáculo de futebol competitivo, com objectividade e poder de concretização.
Apesar dos forasteiros nunca deitarem a toalha ao chão e continuarem a tentar equilibrar e surpreender os alvi-negros, os locais tiveram uma tarde de muito acerto.

Não foi um grande jogo de futebol, mas ficou marcado pela emoção durante o golo do Bragança, que foi a única equipa a merecer a vitória.
A primeira parte da partida foi muito trapalhona, principalmente por parte dos homens de Dito, que desabafou, já no balneário, que este foi o pior jogo da sua equipa no campeonato.

Arrancaram em 1999 e, desde então, os seus nomes são, cada vez mais, associados a artesanato de qualidade e peças únicas. Falamos de Julieta Rodrigues e Rosário Diegues, duas bragançanas que pretendem levar o nome da terra a vários cantos do Mundo. “Orgulhamo-nos sempre que uma peça nossa é comprada e levada para outro sítio. É uma forma de demonstrar que aqui também se fazem coisas com valor e qualidade”, sublinham as artesãs.
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