class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-noticias-regiao">

            

Notícias Região

Já todos sabiam que os bragançanos temiam a equipa de João Teixeira que joga bem em casa e tem atletas de bom nível para este campeonato. Os jogadores do Talhas começaram melhor, atacaram e viram-se premiados com um golo se Serginho no primeiro quarto de hora.
O campeonato distrital de Bragança apanhou pelo caminho uma equipa muito forte, que é o Mãe d` Água, caso contrário estaria muito equilibrado. Depois de golear em casa o Sendim por 5-0, o Vimioso caiu em Vinhais por 3-0, o que demonstra bem o decorrer do campeonato.
Foi um super jogo de futebol entre o Mogadouro e o Mirandês. A equipa da casa dispôs das melhores oportunidades e Lama, o guarda-redes da turma de Tino Sá, foi o grande herói da partida adiando, a cada minuto, o golo da turma de Abílio Familiar.
O minuto 88” acabou com o jogo entre o Carção e o Argozelo, com um acto que não dignifica o futebol. Vitinho, após cometer falta, viu o segundo amarelo e, de seguida, o vermelho. Para espanto de todos, agrediu o juiz Rui Sousa, que teve de ser assistido pelo massagista do Argozelo, pois ficou a sangrar do nariz.
Foi um jogo em que o Moncorvo terá dito adeus à fase de campeão. Jogou em casa do segundo classificado e podia ter ganho à vontade. A única esperança era um golo e tudo podia ficar adiado para o jogo em casa com o Rebordosa.
Macedo e Vianense partiram em situações diferentes para este encontro. Os rapazes de Fidalgo já estavam praticamente apurados para a zona de campeões e o Macedo precisava de ganhar para ficar com um pé perto da tranquilidade.
O Bragança deixou uma amostra do seu verdadeiro valor no campo do Marinhas, onde jogou à campeão, ganhou sem qualquer razão para dúvidas e garantiu que a moral fica mais forte para o jogo frente ao Mondinense.
A análise deste jogo não é fácil na óptica do apaixonado pela modalidade e do adepto que só vê os êxitos da sua equipa. Terá sido um jogo incaracterístico, sem interesse, pouco objectivo, sem profundidade nem largura e com poucos remates. Já para quem tem conhecimentos profundos em futebol terá sido uma verdadeira lição táctica com muita luta a meio campo.
A formação contínua dos educadores de infância deve sair das salas de aula e passar para o seio das instituições. Esta é a mudança defendida pela professora assistente na Escola Superior de Educação de Bragança (ESEB), Cristina Mesquita – Pires, no seu primeiro livro intitulado “Educador de Infância – Teorias e Práticas”.