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Notícias Região

Este jogo tem uma bonita história que pode ser contada em três tempos: um Bragança brasileiro (a técnica), um Moncorvo escandinavo (a força física) e um juiz à procura de criar bom senso no jogo quando este aquecia.
Com uma entrada autoritária, os forasteiros impuseram o seu futebol, construíram um golo de belo efeito na sequência de um canto da esquerda do seu ataque e dispuseram, ainda, de várias situações para poderem ampliar a vantagem que o jovem Manu anulou.
O médio do F. C. Mãe d’ Água, Faboi, de 19 anos, deverá prestar provas nos franceses de Olimpique de Marselha, onde joga Cisse.
A turma de Luís Filipe Santos começou melhor, com excelente posicionamento e com um bom toque de bola, mas perdia depois quando tentavam os passes a 20 e 30 metros para Pedro, que, muito sozinho, não esteve em dia sim no remate. No entanto, mostrou estar em grande na forma como abordou os lances de um para um, ganhando sempre. Num lance, já com 2-0 para o Lamas, Pedro passou pela defesa e não se sabe se terá sido derrubado.
Victor Silva de Vila Real carregou o Macedo com sete amarelos e um cartão vermelho por questões técnicas, já que a partida foi de nervos para os rapazes do Prado. Recorde-se que na próxima jornada esta equipa joga em Morais e são obrigados a pontuar para não serem um dos segundos piores classificados.
Já se sabe que nesta época a equipa do Ferro não consegue ganhar nem convencer em casa e, por isso, procura pontos fora do seu complexo, de modo a ficar em primeiro e garantir a permanência numa série muito complicada.
O Morais ficará como grande exemplo no Nacional da 3ª divisão, tanto na primeira fase como nesta derradeira parte da prova que despromove as equipas. Continua a ganhar e a sonhar em acabar em grande, não dá um jogo por perdido e ajudou o Macedo a garantir a sua manutenção, caso vença o Valenciano em casa na próxima jornada.
Excelente atitude de ambas as equipas, boa organização defensiva, muita luta a meio campo, rigor táctico, poucas aproximações e situações de golo feito, acabando o empate por ser o resultado mais justo, num jogo que se pautou pelo equilíbrio. A substituição do keeper local por lesão aos 16’ e a expulsão de Rocha aos 33’ acabaram por condicionar o jogo.
O Bragança ateou fogo à baliza de Sérgio, logo aos 3” por Litcha, após uma bonita jogada de ataque continuado. Foi um Bragança de luxo que começava a dar mostras que, na primeira fase, o importante era ficar entre os seis primeiros. Também se ficou a saber que começar a jogar bem na fase mais complicada da prova veio mesmo a calhar.