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O Académico de Mogadouro está a caminhar para fazer história no Planalto, podendo subir à I Divisão, quando a pretensão inicial era a manutenção. Assim, algo mudou a meio da época por parte do presidente Maurício Colpas, que tem jogadores com ambição e os pés bem assentes no chão.

Os comentários neste tipo de jogos serão um pouco repetitivos, já que o que une estes jovens é a vontade de jogar à bola e não olhar aos marcadores.
A primeira parte terminou com empate a um golo e não houve mais porque a emoção tomou conta do jogo, pois, entre pernas e postes, a bola teimava em não entrar.

O jogo começou com a equipa da casa a deixar o Boticas ter as despesas do jogo, tentando fazer marcações à zona e rápidas passagens para o contra-ataque. A estratégia delineada por Fernando Parente, pareceu sólida na primeira metade da primeira parte.

Foi um jogo emocionante no Campo Doutor Camilo Sobrinho entre duas das melhores equipas do campeonato, sendo que o Moncorvo precisava de vencer para ter hipóteses de passar à segunda Fase do Campeonato.
Os da casa entraram determinados em marcar e “encostaram” o Vila Flor à sua área.
Aos forasteiros iam valendo as brilhantes defesas do guarda-redes Henrique, que foi adiando o golo, mas como quem não marca, sofre, o Vila Flor num rápido contra-ataque inaugurou o marcador e chegou-se ao intervalo com o resultado de 0 -1.
Na segunda metade, os da casa, conscientes de que tinham de dar a volta ao marcador, fizeram tudo para chegar ao golo e, depois de tantos ataques, o tento do empate surgiu aos 15 minutos por intermédio do inevitável Samuel.
Os locais ganharam outro espírito e, a 5 minutos para o término do encontro, Telmo deu a vitória ao Moncorvo colocando os adeptos da casa em delírio.

Viu-se uma vitória do Vila Flor por 8-0 sobre o Moncorvo, em que, mais uma vez, foi notória a falta de experiência dos miúdos da Terra do Ferro, que se estrearam este ano no Futebol 7.
A equipa da casa entrou bem e ia adiando o golo dos forasteiros, tendo o guarda - redes do Moncorvo, Filipe, realizado um par de grandes defesas.
Foi através de uma grande penalidade que a equipa visitante marcou e chegou ao intervalo a vencer por um golo sem resposta.

Este jogo veio provar que, por este andar, as equipas vão ganhando forma e experiência. No caso o Mirandês, que já vimos ser goleado nesta prova algumas vezes, tem um perfil de jogo que poderia dar para continuar em prova. Contudo, tal não vai acontecer porque já está eliminado nesta categoria de Infantis.

Foi um jogo muito importante para o G D Bragança pelos pontos arrecadados. Já o Atlético de Macedo mostrou e até confirmou que merecia continuar em prova, mas os pontos são o pão dos jogos. O Bragança esteve muito pregado na primeira parte, mas Costinha teria que esperar algum tempo para ver a sua equipa sair da boa organização montada por Tomané.

Qualquer comentário que se faça vai abordar os golos da Escola Crescer. Rui Alves não foi utilizado e, caso José Sampaio o tivesse colocado em campo, o marcador poderia ser um desastre maior.

De realçar a iniciativa do Rebordelo por criar uma equipa de Iniciados no distrital. Foi um grupo jovem que agarrou o jogo nos primeiros 15” e foi Santos isolado a dar o primeiro sinal de perigo. Depois viu-se muito equilíbrio, mas o ensopado e maltratado campo não deixou que os miúdos dessem asas à imaginação.
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