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Torneio francês não dá sorte

Ter, 03/07/2007 - 11:03


O ARA – Associação Alfandeguense não perdeu nenhum jogo no Torneio em Barbezieux /Barret (França), mas não passou do 5º lugar na competição, o que causou muita revolta entre os jogadores portugueses, já que o ARA ganhou um jogo e empatou quatro, não tendo sofrido nenhum golo. Para a organização, os golos foram decisivos, mas a vitória por 2-0, frente à equipa local de Barbezieux, no último encontro fez desesperar os transmontanos.

Recorde-se que a maratona terminou com a vitória da turma de Leoville (França). Em competição, estiveram cerca de 850 atletas distribuídos por 70 equipas, que participaram em 350 jogos em várias categorias.
O Alfandeguense visitou um o município que alberga dez mil pessoas, das quais 5.800 praticam desporto. No total, existem seis campos relvado, quatro para rugby, seis campos de ténis, dois dos quais são cobertos, três pavilhões, uma piscina ao ar livre e um terreno para vólei de praia. Além dos espaços, há 26 clubes e mais de 20 diversidades de modalidades desportivas.
Já no stade Mirandela, os jogos foram muito renhidos, mas, no final, a polémica acabou por rebentar, uma vez que o ARA protestou contra a decisão da organização que o afastou da final.
A equipa de Alfândega só fez deslocar 12 jogadores, devido aos estudos dos atletas, pelo que alinharam, apenas Coelho, Pedro Neves, João, Pacheco, José, Lelo, Bragança, André, Carlos, Carlos 2, Esteves e Victor. Como responsáveis, foi o Quim Barros, antigo jogador do Bragança, e Nuno Morais.

Alfandeguense foi considerada a melhor equipa, apesar de ter ficado em quinto lugar

No final, o bom ambiente reinou, uma vez que a organização superou todas as dificuldades e o Alfandeguense foi considerado o melhor grupo a jogar futebol e o treinador Nuno Morais eleito o melhor técnico.
O responsável da Juventude e Desporto da Câmara de Bradezieux, Manuel Inocêncio, demonstrava estar satisfeito, pois considera que este tipo de provas aproximam regiões. “Há uma tentativa para aproximar Alfândega a uma geminação no futuro”, realçou o responsável.
Manuel Inocêncio, principal apoiante desta união entre Alfândega e França, sublinhou que, “no futuro, a minha terra, Alfândega, não vai ter dificuldades em estar sempre em França”.
A comitiva transmontana ficou alojada em casas particulares cedidas pelas comunidades francesa e portuguesa durante o tempo que duraram os jogos.