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Televisão Digital

Ter, 02/10/2007 - 11:08


A TV Cabo está, agora, a chegar a alguns bairros de Bragança, mas a região corre novo risco de ficar para trás, quando a Televisão Digital Terrestre (TDT) for introduzida em Portugal. Foi assim com a TV Cabo, que até agora só chegava por satélite, e tem sido assim com o gás natural, que continua a abastecer a região via camiões cisterna. O gás é o mesmo, é certo, mas bem mais caro do que aquele que corre no gasoduto e respectivos ramais dos municípios do litoral.

Com a TV Cabo, quem optou pelo sistema de antena parabólica obteve passaporte para a maioria dos canais, mas há quanto tempo está Trás-os-Montes privado dos pacotes TV+telefone+Internet a custos reduzidos?
Com a instalação da rede de fibra óptica e a anunciada equiparação dos preços do gás natural, começa a haver sinais de vontade para combater as desigualdades, embora as medidas cheguem com quase 10 anos de atraso.
No que toca à TDT, o processo ainda está em consulta pública, mas o interior do País já parte em desvantagem. É que as coberturas de âmbito parcial de televisão não abrangem grande parte do distrito de Bragança, o que trará as habituais limitações na oferta de serviços, nomeadamente ao nível das televisões regionais.
Não é o acesso a canais de televisão em sinal aberto que está em causa, porque essa cobertura está garantida, mas todos os serviços que estarão disponíveis no litoral, mas arredados do interior. Se pensarmos que a concorrência beneficia o consumidor, adivinha-se que os sectores das comunicações e do audiovisual não encontrão as condições ideais no Nordeste Transmontano, para não variar, aliás…