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O regresso à escola

Ter, 16/10/2007 - 10:51


Os gritos ensurdecedores das crianças permanecem iguais ao longo de décadas. Apenas a forma de pentear, vestir, bem como algumas das brincadeiras mudaram. As escolas Augusto Moreno e EB1 Nº6 do Toural, em Bragança, que outrora se erguiam praticamente solitárias, têm, agora, altos vizinhos que “cortam” a vista para outros pontos da cidade. Diferenças e mudanças que os elementos da Comissão Europeia (CE), em Bruxelas, Mário e Carlos Tenreiro, puderam comprovar durante a visita a esses estabelecimentos de ensino, na passada terça-feira.

Oriundos da Guarda, os dois funcionários comunitários moraram durante cerca de dez anos em Bragança, onde os pais, ambos professores, deram aulas. Durante esse período, os irmãos estudaram nas escolas Augusto Moreno e EB1 Nº6 do Toural, que, agora, volvidas algumas décadas, decidiram visitar, no âmbito do Dia do Projecto Europeu – “Regresso à Escola”.
Trata-se de uma iniciativa que arrancou durante a presidência alemã na União Europeia (UE), repetida, agora, com os portugueses “no poder”, e que prevê o regresso de alguns funcionários comunitários às escolas onde estudaram. “Queremos visitar os estabelecimentos de ensino de origem, onde vamos conversar com os alunos e dar-lhes a conhecer o papel da Comissão Europeia e o que nós fazemos em Bruxelas”, explicou o chefe da unidade “Questões Institucionais” do Secretariado-geral da CE, Mário Tenreiro, que estudou na EB1 Nº6 do Toural.
Já Carlos Tenreiro, membro do gabinete da comissária Neelie Kroes, responsável pela política da Concorrência, falou com os alunos do segundo, oitavo e nono anos e descreveu-lhes, resumidamente, a história da UE, bem como os valores que representa. “Com os estudantes mais velhos podemos falar de outros interesses como o meio ambiente”, acrescentou o responsável.