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IPB semelhante ao resto do País

Ter, 14/08/2007 - 09:56


O consumo de tabaco, álcool e estupefacientes, bem como a prevalência de sintomas depressivos entre alunos do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) equipara-se ao resto do País.

Esta é, pelo menos, a conclusão a que chegou a equipa de investigação do projecto OTIPB, a partir de uma análise efectuada a 1700 alunos das escolas de Bragança e Mirandela do IPB.
Este estudo, promovido pela coordenação do Projecto Vida do distrito de Bragança e financiado pelos programas municipais de Prevenção da Toxicodependências de várias autarquias, pretendeu avaliar o tipo de consumo de substâncias legais e a predominância da depressão entre os alunos, bem como conhecer a opinião dos jovens no que diz respeito à toxicodependência.
Realizada entre o segundo semestre do ano lectivo de 2003/2004 e o primeiro de 2004/2005, a investigação concluiu que o tabaco e o álcool são as substâncias mais consumidas pelos estudantes, sendo que foram experimentados, pelo menos uma vez na vida, por cerca de 90 e 73 por cento dos alunos, respectivamente.
Já a cocaína e heroína são as substâncias menos utilizadas pelos jovens do IPB. Apenas 1,65 e 0,71 por cento dos alunos, respectivamente, tiveram algum contacto, segundo dados recolhidos pela equipa de doentes do IPB, coordenada por António Ribeiro Alves.
Quanto à prevalência de sintomas depressivos entre a comunidade estudantil, 1151 jovens assumem “comportamentos normais”, enquanto 14 evidenciam um grau acentuado de depressão.
Quando comparados a outros estudos semelhantes realizados no País, os valores verificados pela investigação do projecto OTIPB são bastantes semelhantes, pelo que a população estudantil do Nordeste Transmontano regista os mesmos problemas e preocupações dos colegas de outras instituições.