Ter, 21/08/2007 - 10:46
A prova final foi colhida no curso do corrente mês, considerado a pior altura para fazer análises devido à redução de caudal dos cursos de água, sendo que os resultados comprovam que a água está própria para banhos.
Confrontado com esta situação, o presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, Aires Ferreira, fez saber “que caberá ao Ministério da Saúde explicar como é que no passado mês de Julho conseguiu os resultados que interditaram a praia a banhos”.
Para a autarquia, presume-se que a água para analisar não terá sido colhida na área da praia fluvial. “Vamos questionar o Ministério da Saúde, através da Sub - Região de Saúde Bragança, e avançar com um pedido de responsabilidades, já que a situação trouxe prejuízos ao concelho”, disse Aires Ferreira.
O próprio edil terá sido iludido pelos resultados obtidos pelo MS. Quando confrontado com as análises, o reagiu assim ao Jornal NORDESTE, numa peça publica na edição da semana passada: “O problema é que o rio corre desde a nascente até à foz, onde todos os detritos vão parar. Esta situação vai além das competências do município, já que a Estação de Tratamento de Águas Residuais de Torre de Moncorvo se encontra em pleno funcionamento”.



