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E a tradição quebrou-se…

Ter, 18/09/2007 - 14:13


Jogo entre duas excelentes equipas, muito bem organizadas e orientadas, que entraram em campo com uma excelente atitude, tacticamente perfeitas e disciplinarmente correctas. Tradicionalmente, o Amares nunca perdia esta partida e, por isso, o interesse e a expectativa eram maiores. Os pupilos de Jorge Baptista, ao ganhar este jogo, acabaram com a tradição que há três épocas lhes vinha estragando os pontos da subida porque, ao contrário deste ano, o sorteio tinha ditado este jogo para a recta final do campeonato.

Os alvi-negros da Princesa do Tua entraram muito confiantes e, com um golo de Rocha, o central goleador, tomam a dianteira aos 6’ de jogo. Os azuis e branco reagiram muito bem e fazem entrar Everton para fazer uma dupla de respeito com Baptista na manobra do meio campo forasteiro.
Os locais corrigem com uma nova articulação posicional defensiva, passando a assistir-se a uma partida equilibrada, muito bem disputada, com o perigo a rondar ambas as áreas.
Paulinho, depois de ultrapassado, deixa ficar o pé, derrubando o avançado local, o que resulta num penalty que Juni transforma no 2-0 e que foi contestado pelos minhotos.
Nesta partida, que não defraudou as expectativas, faltaram, apenas, os golos, muito por culpa de Norinho que leva 38’ sem golos, bem como alguma precipitação e falta de pontaria de Diogo Cunha. Por isso, não há nada a dizer sobre a justiça do resultado.
Quanto aos árbitros, apesar de contestados pelos forasteiros no penalty, tiveram um trabalho excelente.