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Águas com muito gás

Ter, 18/09/2007 - 11:54


Ao fim de 58 anos, os alto-durienses alcançaram uma vitória histórica na III Divisão Nacional, ao vencerem fora de portas o dérbi transmontano, frente ao Desportivo. Fica, deste modo, mais uma página de ouro para o técnico Júlio Batista. O Bragança não ganhou frente ao estreante Vidago no seu segundo jogo em casa e, tal como na época passada, já lá vão muitos pontos perdidos. Os canarinhos não entraram bem no jogo, aproveitando o Vidago para se aproximar da baliza de Ximena que, em conjunto com os seus companheiros do seu bloco, foi adiando o golo da equipa adversária.

Os primeiros vinte minutos da partida foram mal jogados e, só quando Lixa e Marco Mobil começaram a aparecer na partida, é que os locais lá começaram a perturbar o seguro Paulo Veríssimo. Mesmo assim, o 0-0 ao intervalo traduz bem a fraca qualidade da partida, que mais uma vez teve como principal adversário a falta de apoio do público. De resto, neste tipo de encontros o descanso é o melhor ingrediente para repor ideias e voltar com outra disposição, se bem que o Bragança acusasse, em grande parte, a falta de um homem de área para finalizar algumas boas jogadas desenvolvidas.

Só na 2ª parte o Bragança começou a jogar um pouco melhor

A 2ª parte não trouxe novidades nos primeiros dez minutos e, só a partir deste momento, é que o Bragança começou a jogar um pouco melhor, mas nada que se compare com um jogo alegre e aguerrido da época passada.
Um pouco contra a corrente do jogo, Karaté comete grande penalidade e vê o cartão vermelho. Chamado a cobrar o castigo máximo, Adão coloca a turma flaviense na rota do sonho.
Em desvantagem numérica, e no marcador, o Bragança ficou vulnerável e à mercê de uma equipa forasteira calma tranquila e a ver a sorte sorrir num 2º golo caricato. Pontapé de baliza dos visitantes que apanha a defensiva local completamente desorientada e João marcar o segundo da sua equipa, quando restavam 7’ para jogar.
O segundo tento dos visitantes foi um autêntico balde água fria nas hostes da casa, pois, até ao penalti (74’), o Bragança foi quem rematou mais e criou melhores oportunidades para marcar. Contudo, o futebol não se compadece com estes registos e quem ganha merece os 3 pontos, daí uma vitória justa e histórica.
O juiz da partida saiu de consciência tranquila.

Estádio Municipal de Bragança
Árbitro – Pedro Sanhudo (AF Vila Real)

0 Bragança
Ximena
Fernando Silva
Rui Gil
Carlitos
Tony
Móbil
Marco Fontoura
Pedrinha
Karaté
Lixa
(Luís Teixeira aos 70’)
Luís Rodrigues

Treinador
Lopes da Silva

2 Vidago
P. Veríssimo
Quinino
Gonçalo
Adão
Bouças
(Bráulio aos 89’)
Nacho
Portal
João
(Rodrigues aos 90’),
Teixeira,
Lio
(Hugo aos 89’)
Tiago

Treinador
Júlio Batista

Golos – Adão (g.p.)) 74’ e João 83’.
Disciplina – Amarelos: Portal 16’, Bouças 89’. Vermelho: Karaté 75’.

E.C.