Ter, 22/10/2013 - 11:13
O Teatro Municipal de Bragança encheu na cerimónia de instalação da Assembleia Municipal e do novo executivo camarário.
Hernâni Dias sucede a Jorge Nunes, eleito há 16 anos, e reconhece que vai ter uma tarefa difícil pela frente.
“De facto a obra é gigantesca. Não é fácil pegarmos num município com o investimento que foi feito em Bragança e fazermos nós próprios alguma coisa. Mas é verdade que os tempos também são outros. O ciclo do investimento em obra física terminou, estamos de facto com o concelho muito bem infraestruturado, existem equipamentos e temos agora que os potenciar”, salienta o autarca.
Para Hernâni Dias a grande aposta passa pelo apoio social, um trabalho menos visível aos olhos dos cidadãos, mas não menos importante.
Fazer mais
“A parte social e tudo o que tiver a ver com a regeneração urbana e o desenvolvimento económico estará na nossa linha de prioridades, mas será um trabalho que não será tão visível como aquele que é deixado quando se constrói”, reconhece.
Segundo o edil, “estamos a falar mais do âmbito imaterial, o que também é fruto da conjuntura mais difícil que estamos a viver. Ao nível da gestão do município, teremos mais dificuldade em conseguirmos concretizar outros tipos de projectos, mas estaremos com muita força e muita vontade para conseguirmos fazer mais”, garante Hernâni Dias.
PS
Meirinhos rejeita cargo de vereador
Júlio Meirinhos não assumiu o cargo de vereador na Câmara Municipal de Bragança. Apenas Vítor Prada Pereira, que foi número dois na lista do PS, e André Novo, que era número cinco, tomaram posse.
O presidente da concelhia socialista diz que esta foi uma posição pessoal do cabeça de lista. “Júlio Meirinhos assumiu uma posição pessoal. Foi candidato a presidente da Câmara Municipal de Bragança e, como não conseguiu vencer, achou que não deveria tomar posse do lugar”, explicou Vítor Prada Pereira.
Isabel Castro e António Verdelho, número três e quatro da lista rosa, respectivamente, também não aceitaram ser vereadores do município. O líder justifica a decisão com motivos profissionais.


