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Patronato

Ter, 13/11/2007 - 11:48


Há meses que sopram ventos de contestação dos lados da Casa de Trabalho – Patronato de Santo António. O bispo de Bragança-Miranda sabe que as relações entre o Conselho de Administração e alguns funcionários não são as melhores e que as vozes mais críticas não são as de um grupo de trabalhadores qualquer, mas, na maioria dos casos, de ex-utentes da instituição. Portanto, profundos conhecedores da Casa de Trabalho – Patronato de Santo António.

A tudo o prelado tem respondido com ponderação, incentivando a reconciliação, mesmo que os mais contestatários ameacem colocar na praça pública tudo aquilo que dizem ser um escândalo e uma vergonha para uma instituição que visa educar e preparar homens para o dia de amanhã.
Tal como D. António Montes, o Jornal NORDESTE também tem ignorado todo o tipo de denúncias que vão chegando, principalmente por considerar que questões meramente pessoais não devem ser tratadas nos órgãos de comunicação social.
No entanto, a verdade é que estamos perante situações que, se não são públicas, estão lá muito perto, por já serem do conhecimento de diversas entidades com responsabilidade na área social, inclusive do Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social.
As dezenas de ofícios que os 10 funcionários enviaram a diversos organismos públicos deixam transparecer o ambiente que se respira na instituição. A maioria ficou sem resposta, por motivos de salvaguarda da vida privada das pessoas envolvidas. No entanto, quando essa mesma vida privada gera discórdia no seio duma instituição diocesana, que deve ser um exemplo de harmonia, torna-se mais difícil manter tudo entre quatro paredes.