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Carlos Barroso dirige PSD-Macedo

Ter, 13/11/2007 - 11:46


Carlos Barroso é o novo presidente da Comissão Política Concelhia (CPC) de Macedo de Cavaleiros do PSD. O vereador da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros (CMMC) foi eleito, na passada sexta-feira, por 124 votos, tendo vencido a lista encabeçada por Armando Queijo, que só mereceu a confiança de metade dos militantes, ou seja, 62. Num universo de pouco mais de 200 militantes, estas foram umas das eleições mais disputadas de sempre na história da CPC de Macedo de Cavaleiros, pois há 10 anos que não entravam duas listas na corrida.

Eleito pelo dobro dos votos da lista opositora, Carlos Barroso defende que é altura de esquecer a disputa à volta das eleições e unir o partido para preparar a recandidatura de Beraldino Pinto à CMMC. “Vamos preparar o partido para as batalhas que se avizinham nos próximos dois anos, pois estamos preocupados em vencer três eleições que vão decorrer durante este mandato: as Europeias, Legislativas e Autárquicas”, revelou o autarca.

Dirigente quer preparar o partido para as batalhas que se avizinham nos próximos dois anos

O novo líder da CPC social-democrata sucede a José Madalena, que em Julho passado informou a Assembleia de Secção da intenção de não se recandidatar a novo mandato, que só terminaria no próximo mês.
O presidente cessante desmente, por isso, “qualquer correlação entre as eleições na Concelhia e a eleição do Dr. Luís Filipe Menezes para a presidência do PSD, embora seja público que nessa eleição apoiámos outro candidato”, esclarece.
Tendo em que a “directas” para a presidência do partido só tiveram lugar no passado dia 18 de Setembro, o responsável recorda que a sua decisão foi anterior aos resultados nacionais.
Face à notícia publicada na edição anterior do Jornal NORDESTE, José Madalena salienta que só apresentou a demissão para dar maior campo de trabalho à nova estrutura concelhia. “Considerei pertinente a realização antecipada de eleições, para que uma nova Comissão Política começasse a trabalhar o mais cedo possível e dispusesse de 2 anos de mandato completos para preparar as eleições autárquicas de Outubro de 2009”, explica o dirigente.