Ter, 30/10/2007 - 12:02
A situação agrava-se com a chegada do Inverno, quando os dias são mais curtos.
“O facto da igreja não ter luz eléctrica causa-nos transtornos, pois há pessoas que chegam ao final de tarde para visitar o templo e voltam para trás, porque já não se vê nada. Em caso de morte, não se pode nem velar um corpo na igreja”, informou Maria Gomes, habitante da aldeia.
Segundo o secretário da Junta de Freguesia de Algosinho, Carlos Reis, o Instituto Português do Património Arquitectónico (IPPAR) já foi confrontado com esta situação várias vezes, mas sem sucesso. “A situação é inaceitável, já que há pontos de luz a pouco metros da igreja e instalação não seria dispendiosa.
Além disso, a igreja românica apresenta, também, algumas deficiências na cobertura, que podem colocar em risco alguns retábulos que se encontram no interior.
Recorde-se que o templo, datado do século XIII, é considerado um dos mais belos exemplares da arquitectura românica no distrito de Bragança.


