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Gorazes com sotaque espanhol

Ter, 23/10/2007 - 10:03


A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Mogadouro (ACISM) faz um balanço positivo da tradicional Feira dos Gorazes, que decorreu durante quatro dias, naquela vila.

Já os expositores presentes consideram que esta feira é uma iniciativa comercial e empresarial, na qual vale a pena apostar, visto que há um volume de negócios considerável e há sempre contactos que ficam para concretizar vendas posteriormente.
No entanto, este ano verificou-se uma diminuição do número de visitantes no último dia dos Gorazes. Por isso, alguns comerciantes deixaram o alerta para que a direcção da ACISM reveja as datas do certame para a próxima edição, para que os expositores possam rentabilizar melhor os seus negócios.
Na óptica do presidente da ACISM, Horácio Sá, apesar de se ter verificado uma ligeira quebra, 25 a 30 mil pessoas passaram este ano pelos Gorazes.
“A feira tem tendência para crescer. Por isso, no próximo ano, a organização pretende ampliar a área coberta do Parque Municipal de Exposições, para permitir a participação de mais expositores”, revela o responsável.

Participação de expositores espanhóis abre caminho para
a realização de um certame transfronteiriço

Este ano, o bom tempo também foi um aliado dos cerca de 160 stands. “Registou-se a maior taxa de participação de empresas de sempre”, acrescentou Horácio Sá.
Os Gorazes continuam a ser um importante veículo de promoção do comércio, indústria e serviços do concelho de Mogadouro. No que diz respeito aos produtos endógenos e artesanato, os participantes também se mostram satisfeitos com o volume de vendas, visto que foram muitos os produtores que esgotaram o stock.
O certame ficou, igualmente, marcado pela visita de uma delegação de Ploumagoar (vila da região francesa de Bretanha que se encontra geminada com Mogadouro), que teve oportunidade de conhecer a realidade económica do concelho.
A presença de vários expositores espanhóis também esteve em destaque nesta edição dos Gorazes, pelo que está no bom caminho a realização de um evento transfronteiriço, que junte a realidade económica da região de Salamanca com a área do Douro Internacional do lado português.