Ter, 09/10/2007 - 11:20
De resto, foi um tento solitário e decisivo na contabilidade dos 3 pontos.
Na 1ª metade, o desafio pautou-se pelo equilíbrio táctico e técnico, com as equipas a tentarem controlar o jogo e evitando, desta forma, não errar em zonas proibidas. Ainda assim, pese o equilíbrio, os forasteiros conseguiram algum ascendente, apesar das melhores situações de golo pertencerem aos locais.
Para a etapa complementar, o Morais entrou com outra objectividade e profundidade, procurando o prejuízo. As duas substituições de uma assentada só, deixando nos balneários Marco e Nuno para as entradas de Ruben e Frutuoso, funcionaram em pleno no novo esquema de Gilberto, conseguindo remeter o seu adversário para o seu sector mais recuado.
O empate esteve muitas vezes na eminência, embora a manta curta também pudesse ter funcionado pela seta venenosa protagonizada por Batista, que travou uma interessante luta com Fanã, mas na qual o central saiu vitorioso.
Numa análise global, qualquer uma das equipas podia ter vencido. Neste caso o Amares beneficiou da eficácia. Quanto ao trabalho dos árbitros, uma exibição sóbria, sem casos e sem erros.
Estádio de Santo André (Morais)
Árbitro – Francisco Vicente (AF Vila Real)
0 Morais
Ricardo
Marcos
(Ruben 45’)
Jone
(Tómané 80’)
Nelson
Fanã
Nuno
(Frutuoso 45’)
Rui Pedro
Hélio
Bruno
João
Renato
Treinador
Gilberto Gomes
1 Amares
Bruno
Petit
Afonso
Mara
André
Kiwi
(Filipe 75’)
Mané
Dino
(Ginho 84’)
Saviola
(Hugo 58’)
Batista
Zé Manel
Treinador
Nascimento
Golo – Afonso 28’
Disciplina – Ruben 48’, Mané 53’, Saviola 54’ e Ginho 90+2’.



