class="html not-front not-logged-in one-sidebar sidebar-second page-node page-node- page-node-166849 node-type-noticia">

            

Ventos de mudança sopram na Adega de Vila Flor

Ter, 04/09/2007 - 10:44


A actual situação de “desalinho e desequilíbrio” da Adega Cooperativa de Vila Flor (ACVF) é, para o novo presidente da direcção, Casimiro Fraga, o preço a pagar por “asneiras e erros que foram cometidos sucessivamente”. O responsável pretende, agora, “equilibrar e retomar o bom rumo da estrutura associativa”, apesar de ter noção que “vai demorar e ser muito difícil, uma vez que a adega está desacreditada perante os sócios”, afirma.

O primeiro passo para a recuperação da ACFV é, para Casimiro Fraga, cativar mais associados e alargar o leque comercial. “Há alguns anos chegávamos a ter agentes em vários pontos do País mas, devido a uma má gestão, a vertente comercial foi abandonada e entrou em desalinho”, lamenta o presidente.
O objectivo é, por isso, “sair da teia em que a adega está inserida e alargar o mercado”, refere o responsável. A exportação não faz, para já, parte dos planos da nova direcção, dada a inexistência de contactos para esse efeito.
Recorde-se que a ACFV representa produtores vitivinícolas dos concelhos de Vila Flor e Carrazeda de Ansiães e conta, actualmente, com cerca de 600 sócios.