Ter, 04/09/2007 - 10:39
A CMB terá achado o preço da transacção muito elevado e terá discordado de alguns critérios para a concretização do negócio, pelo que, só após a realização de uma reunião de Câmara extraordinária, será apresentada uma decisão.
Recorde-se que a cedência do terreno para a construção do novo CS de Bragança está a cargo da autarquia, enquanto a Administração Regional de Saúde do Norte terá que acompanhar e suportar os custos da obra.
Com o braço de ferro entre a DGP e a CMB na negociação do lote de terreno, os trabalhos estão atrasados cerca de um mês. Os prazos, contudo, “são perfeitamente recuperados se avançarmos com as obras brevemente”, considera a coordenadora da Sub-Região de Saúde de Bragança, Berta Nunes.
O Jornal Nordeste tentou obter mais esclarecimentos sobre o processo, mas o presidente da CMB, Jorge Nunes, remeteu o caso para o final da semana, quando for apresentada uma nova proposta à DGP.



