Ter, 21/08/2007 - 11:03
Peças de Humberto Marçal estarão em exibição nas Piscinas Municipais, enquanto que o Auditório Municipal recebe um conjunto de trabalhos da Cooperativa Árvore, de artistas como José Rodrigues, Júlio Resende, Graça Morais, Albuquerque Mendes, Ângelo de Sousa, Sá Nogueira e Vieira da Silva, entre outros.
Este certame pretende, segundo o director da Bienal, Nuno Canelas, “promover, através das Artes Plásticas, a região duriense”.
Na óptica do responsável, Alijó poderá consagrar-se como capital da cultura do Douro, uma vez que “já demonstrou ter potencial e capacidade para oferecer um evento com projecção e renome internacional, neste caso ligado às Artes Plásticas”.
Núcleo de Gravura de Alijó, a Câmara Municipal de Foz Côa e o Parque Arqueológico do Vale do Côa celebram protocolo
O Núcleo de Gravura de Alijó, a Câmara Municipal de Foz Côa e o Parque Arqueológico do Vale do Côa celebraram um protocolo, que visa promover a relação entre a Bienal e as Gravuras Rupestres. Este acordo resulta, assim, na exposição “Diálogos” – Gravura Rupestre VS Gravura Contemporânea”, que reunirá no Pavilhão dos Desportos de Alijó e no Centro Cultural de Foz Côa cerca de 20 gravuras rupestres e contemporâneas.
Além de dar continuidade a estes laços, Nuno Canelas pretende “ajudar a desenvolver a sensibilidade artística e cultural das gentes do interior”, através da Bienal.
Para contrariar o desinteresse face às gravuras, o Núcleo de Gravura de Alijó, em colaboração com a Câmara Municipal local, pretende criar o Museu da Gravura Contemporânea, que representará o “apogeu de todo o projecto da Bienal da Gravura”.
O mesmo responsável adiantou ainda que “há intenções por parte da Câmara Municipal de Alijó em avançar com uma candidatura ao novo programa de apoios comunitários para a concretização do Museu de Gravura Contemporânea”.
Recorde-se que os visitantes da Bienal poderão, ainda, assistir a espectáculos cultural ou participar na XIX Oficina de Gravura em Metal, promovida pelo Núcleo de Gravura de Alijó.



