Ter, 21/08/2007 - 10:46
Dado que a construção da capela é da responsabilidade da população, Aires Ferreira decidiu realizar um debate sobre a futura utilização daquele espaço, onde a população sugeriu alguns ajustes na localização do templo.
Segundo Manuel Cândido, um dos representantes da AADSC, esta é uma obra muito importante, visto que a imagem do Divino Santo Cristo se encontra em casa emprestada, saindo, apenas, para a procissão, que se realiza no primeiro domingo de Junho.
Apesar de já terem mais de 30 mil euros para a construção da capela, os responsáveis da associação afirmam que aguardam a legalização do terreno, prevista para o próximo mês, para lançarem a primeira pedra.
Actividades económicas, lazer e celebrações religiosas vão partilhar o mesmo local
O arranjo do restante espaço é da responsabilidade da autarquia, que não prevê fazer um investimento muito avultado.
“Ainda não temos números, até porque só ainda foi efectuado o estudo prévio, mas uma das qualidades deste projecto é não ter intervenções muito dispendiosas. O que poderá ficar mais caro são os arranjos exteriores à capela”, afirmou Aires Ferreira.
O edil explica, ainda, que o estudo prevê “intervenções cirúrgicas”, para adaptar aquele espaço a diferentes usos. Assim, as feiras mensais passam a ter um local próprio, deixando de ocupar ruas da vila. Além disso, o estudo prevê uma área para a possível expansão do cemitério, um espaço para lazer, zonas para a colocação de palcos amovíveis, uma área para actividades circenses e parques de estacionamento.
“Da maneira que organizamos este espaço, permitirá, no futuro, e caso a Associação Comercial o entenda, a realização de uma feira de actividades económicas ao ar livre, tal como já acontece noutros municípios”, frisou Aires Ferreira, acrescentando que prevê executar o projecto até ao final deste mandato autárquico.



