Ter, 07/08/2007 - 11:41
Outras das novidades apresentadas é que as duas entidades poderão fazer o abate cultural das espécies existentes de forma a criar espaços tampão contra os eventuais incêndios florestais.
“Ao longo de oito anos, entre 1991 a 1999, não houve qualquer tipo de abate de árvores, situação que traz prejuízos financeiros consideráveis e, ao mesmo tempo, aumentou o risco de incêndio devido à acumulação de matéria lanhos”, argumenta Aires Ferreira.
Uma gestão diferente daquele espaço já é uma reivindicação antiga devido à falta de investimento.
Apesar de várias tentativas e mesmo com o aval do ministro da Agricultura e Florestas, nunca se chegou a realizar a pretensão, já que “havia um certa oposição por parte da DGRF”.
A serra do Reboredo tem cerca de 500 hectares e está incluída num programa de matas piloto, uma vez que se trata de um zona sensível do ponto de vista ecológico, havendo, mesmo, uma das maiores manchas da Europa de carvalho branco. Apesar da fauna e flora serem importante para o ecossistema, a serra do Reboredo tem sido palco de incêndios, que deixam marcas profundas na paisagem circundante à vila de Moncorvo.



