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Ciência Viva

Ter, 03/07/2007 - 11:25


O Centro de Ciência Viva vem preencher um vazio no Corredor Verde do Fervença, espaço intervencionado no âmbito do programa Polis. As margens do rio proporcionam bons passeios pedonais, é certo, mas animação nunca foi o forte desta zona de lazer. Além de dois cafés e de um ou outro jogo de água, os atractivos ao longo do Fervença resumiam-se a passeatas (a pé ou de bicicleta) e momentos de descontracção num dos bancos ou esplanadas existentes. Hoje, pelo contrário, há muito mais para ver, a começar pela Casa da Seda e a acabar no edifício principal do Centro de Ciência Viva.

Nos tempos que correm já é possível começar um passeio na Flor da Ponte e acabá-lo na Ponte do Jorge ou no Castelo, descobrindo o mundo da energia e do ambiente no local que, outrora, foi uma central hidroeléctrica. De igual modo pode-se conhecer o processo de produção da seda num antigo moinho que, em tempos, foi movido por água do Fervença.
Agora, há que aproveitar a aposta que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior fez em Bragança para revitalizar outros equipamentos, por sinal bem próximos do Centro de Ciência Viva. É o caso do Núcleo de Memória de Bragança, situado no Centro Cultural, que tem passado despercebido, apesar de estar aberto há 3 anos. Aliás, o projecto deste equipamento cultural contemplava uma esplanada nos claustros do antigo ciclo que, infelizmente, nunca saiu do papel. Espera-se que não aconteça o mesmo à cafetaria do Centro de Ciência Viva, para que o Cybercafé não se fique, apenas, pelo mundo cibernético.